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Cancro

Esse cabrão.

Para 2016?

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O mesmo que pedi há um ano: que o meu corpo não me trave os pensamentos. 
Living life to the fullest. Um bis deste ano que agora termina. Energia suficiente para dar tudo. Sanidade mental no meio desta loucura tão boa. Manter os pés assentes na terra quando é preciso, lembrar-me sempre que sou mortal. Ter sempre sede de aprender. Humildade para questionar. Vontade de ajudar.  E queques para oferecer. 
Ontem jogámos ao quarto escuro, muitos anos depois da última vez. De repente estávamos na mansão em 2007, na "O. Palace" em 2004 ou em casa da avó da Ana em 1999. Nem sei. Sei que estes 25 me sabem a 15 e adoro (os armários não gostam tanto porque a maioria de nós ganhou peso, mas é um pormenor).


Sim, tenho 25 anos e sim, continuamos a fazer videoclips de músicas pop como se tivéssemos menos 10. Sou proprietária de bens que adquiri. Tenho um trabalho de responsabilidade 9 to X (sem hora para acabar).  Estudo. Partilho. Experimento coisas novas. Recupero antigas. Estou presente.…

Ou não me chamo Joana

Estavas toda contente com a tua eficiência não estavas? Então toma lá um briefing super exigente e vê lá se no meio da loucura do trabalho em época Pré-Natal, os novos projectos, as aulas, os outros trabalhos da Pós-Graduação e o mínimo de vida social, te safas.
Pois. Faltam pouco mais de 24h para a deadline e é a primeira vez, em duas semanas, que tenho tempo para me sentar, organizar todas as ideias que tenho tido (umas boas outras nem tanto) e implementar o sumo que delas subtrair, para responder o melhor possível ao desafio.
Estou tão lixada como estava em 2010 (referência a este texto), repleta daquela sensação de: é impossível. Mas já sei que nunca é, portanto mãos à obra.

Lá para 2016

Mudar o aspecto deste blog tem mesmo que subir de lugar na minha lista de prioridades. E eu sei que já ando a dizer isto há 2 anos, provavelmente a este ritmo de vida vão passar mais dois, mas é só para informar que não se trata de não mudar por achar que está lindo.

Significa que dormi

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Acordei com o som da chuva.
E melhor que o som da chuva, só acordar.
Que semana(s), senhores. Borboletas, senhores.

Manhã de Domingo em modo trabalho de grupo*

Não me surpreende mas é bom sublinhar.
Não é só o facto de estar a fazer exactamente a Pós-Graduação que escolhi ou de ter trabalhos interessantes. Estou diferente. Diferente da miúda que fazia trabalhos na licenciatura, em 2010 ou 11. Não deixava de os fazer da melhor forma que sabia mas fazia-o sempre à última: a deadline era às 23:59:59? Então era aí que ia entregar, provavelmente ainda com coisas por afinar, por ter procrastinado e adiado até à última.
Mudei, cresci e é bom ver isso. Na altura fazia sentido e não há qualquer sombra de arrependimento, mas a ingenuidade daqueles tempos dá vontade de rir e deixa alguma nostalgia.
Eu achava que era uma pessoa ocupada, o que não era totalmente mentira, mas nada que se compare com a realidade actual: na altura tinha 3 o 4 deadlines por semana, hoje tenho deadlines todos os dias. Prazos, marcações, correrias que chegam a fazer doer o peito, sem tempo para palheta e piadas no Facebook, nem vídeos cómicos a meio dos trabalhos. Era tudo óp…

Desculpem, não vou rezar por Paris

Porque, para mim, a vida não se rege por orações. Para mim, a fé está na humanidade. Quero continuar a acreditar nela. Queria que isto não tivesse acontecido. Queria que todas as atrocidades que o ser humano comete diariamente fossem ficção.
E hoje, mais do que nunca, vê-se o reflexo do fanatismo religioso. Do crer em coisas/seres impalpáveis. Malucos com crenças doentias fazem o estrondo que fazem e nós apelamos a entidades divinas. Faz sentido? A mim parece-me simplesmente provocatório.
Eu acredito no mundo. Fascino-me com ele. Com a maneira perfeita como a natureza está construída. Com o poder do cérebro humano. Com a possibilidade de fazermos mais e melhor.
Hoje lamento pelo massacre que ocorreu em Paris. Torço para que a cidade e os sobreviventes se recomponham. Espero que estes actos não desencadeiem respostas na mesma moeda. E faço figas para que não se perca o resto da humanidade.
Mas rezar? Rezar é um direito, claro, mas em dias como o de hoje soa mal em hashtags. Guerras …