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Ai que dor

Acordar às sete da manhã a um sábado (e publicar mensagens no blog sem querer).

Sweet June

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[Uma amostra do mês favorito] Trabalho | Dia da Criança | Chocolate Quente | Compras | Mais trabalho e um workshop brutal | Hand to Hand | A afilhada mais bonita do mundo completamente lambuzada a comer cerejas | As pausas com os amigos | o Batizado da Jé | O meu aniversário e os festejos ciganos, de Leiria a Lisboa | O início da trip  até Bragança |  Panna cotta e gelado | Pinhão, Vila Real | O primeiro dia de praia | O segundo dia de praia | Os restantes dias de praia | O jardim de sempre | A malta a banhos na Praia da Nazaré | O inevitável gelado na  Conchanata  | O habitual lanche anual em modo filha única  [O único senão do mês: a inflamação que, agora, parece um pormenor mas durante três dias foi uma senhora tortura.]

Hand to Hand #2

As "empreendedoras" cá do sítio (fica sempre bem usar esta palavra) acabam de lançar a sua primeira linha feminina de calções reciclados e, ao contrário do que se podia prever (dado o nosso aparentemente inexistente talento para a costura), o resultado envaidece-nos.

Planos para hoje:

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1. Dormir até não querer mais - check! 2. Concorrer a mais anúncios de emprego - 2/7 check! 3. Ver os episódios desta semana da Avenida Brasil (imagem daqui ) 4.  Abrir a agenda e assustar-me com o que não pode passar desta semana. 5.  Tratar das encomendas  Hand to Hand  - check! 6. Desfazer a mala. 7. Arrumar a casa. ADENDA: Retirei as imagens que tinha agregado a este post porque me estavam a fazer confusão. Inicialmente pareceu-me boa ideia ilustrar a to do list  mas o facto de não ter tido pachorra para procurar fotografias minhas e ter usado imagens extraídas da net estava a fazer com que não reconhecesse o blog sempre que o abria. Apaguei. Deixei a Dona Carminha porque merece (e porque nunca tive oportunidade de a fotografar). Beijinhos.

De mão em mão #2

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   Tudo começou com a vontade de me desfazer de algumas coisas que, estando em perfeitas condições, já não me agradavam por diversos motivos. OLX e sites do género podiam ser a solução mas não queria ser só mais uma no meio de tanta oferta , pelo que me dirigi a uma loja de roupa em segunda mão pronta a enriquecer - ignorando as burocracias e as exigências com datas, preços e marcas, que em 5 minutos inviabilizaram o meu negócio.    Dias mais tarde, estava a almoçar com a I. quando ela pegou numa revista e disse "olha, podíamos vender roupa em segunda mão". Contei-lhe o meu frustrante episódio. Delineámos um plano. Fizemos contactos. Apareceram os entraves. Aceitámos uma sugestão e fizemos algo completamente diferente do planeado, numa de quem não tem nada a perder. Testámos reacções junto a um público que nem era o pretendido. Vendemos qualquer coisinha. Passaram-se umas semanas.  A ideia inicial continuava cá (e alguns montes de roupa também) . Vár...

De mão em mão :)

   O mundo tem coisas a mais e nós, paciência a menos: queremos muito, queremos bom, queremos barato, queremos original, queremos tudo... e entretanto já só queríamos era livrar-nos da tralha toda. Felizmente,  a recente banalização da compra e venda de artigos em 2ª mão veio simplificar:  queremos, compramos; não queremos, vendemos. Um ciclo simpático que beneficia  de mão, em mão .       Não me "faz espécie" nenhuma comprar - desde que o artigo tenha as características que desejo e conheça o vendedor - e muito menos vender ( dinheirinho , quem não gosta?). A roupa é, para mim, o mais volátil, já que gosto de  renovar o  stock  com frequência e não gosto de desperdícios.    C épticos:  para além de se poupar/ganhar dinheiro, esta é uma prática ecologista  uma vez que reutilizamos bens (menor uso de matérias-primas e menos lixo).  Quem vende fica com mais espaço nos armários e quem  compra ...