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Para os que adoram segundas-feiras

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Praia do Pedrógão - Leiria - Setembro de 2015 Estou a escrever de cabelos molhados e ondulados, pelo mar da praia que vai ser sempre a minha. Não há nada que pague isto. Estou pelo instagram, aqui .

Não estou a perceber!

Alguém me explica porque razão Leiria ainda não tem o seu próprio caso de Legionella? Não somos menos que os outros! #nãosebrincacomcoisasserias

A room with a view...

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... para  o Mosteiro de Alcobaça e para um mundo cheio de planos. Se tivesse conseguido reservar o hostel na Nazaré não teríamos conhecido Alcobaça, não teríamos descoberto (por sugestão, que tivemos pouco tempo para explorar e nem era essa a nossa preocupação) o Estremadura Café  (onde se come bem e bebem bons  gins , boas sidras, boas cervejas artesanais and so on ) e nem teríamos, finalmente, entendido que "quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar" (doces conventuais, vocês mi aguardem! ). Alcobaça - Novembro 2014 Teria sido igualmente bom mas invariavelmente curto [porque estes fins-de-semana valem mais do que um par de botas novo e dão sentido a todas as horas de almoço solitárias].

Um post de foodie no fim-de-semana em que o apetite voltou

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Continuo cheia de sono, acho que vou precisar de uma semana para recuperar (ainda que durante a mesma tenha de estar muito alerta e com muitas ideias porque estamos em época de réentrée e de avaliações e relatórios e redefinição de estratégias e merdas) mas aos poucos sinto-me voltar ao planeta Terra. Mais tolerância para o telemóvel e o PC (objectos que já não podia ver à frente dada a sensibilidade à luz), vontade de cuscar as novas colecções de roupa, de escolher o apartamento onde vamos passar uns dias magníficos em Paris lá para o fim do ano (ainda nem vos contei a viagem a Amesterdão que entretanto aconteceu há 5 meses, mas enfim, um dia vou ser uma pessoa com tempo). Já tenho vontade de me inscrever na piscina, de fazer mil coisas, mas para já é tudo muita vontade e média acção - só na vontade de dormir é que não me faço de rogada, porque enquanto não descansar vou andar irreconhecível. É certo. Bom, mas este post é sobre comida e sobre sítios giros portanto toca a ano...

Factos

O Dr. Why proporciona-nos sempre bons serões. A Feira de Maio já começou. A Petisqueira já abriu. Os gelados da Emanha continuam a ser uma perdição. A minha avó foi a pessoa com mais visitas no Dia da Mãe. A minha mãe, a propósito, é a minha heroína. Preciso urgentemente de me apaixonar por um par de sandálias. Já só penso no Algarve. A Raquel não me falha. Tenho de reduzir na manteiga. O meu coração é dele. Quero muito ir aos três dias do Alive . Tenho saudades do Rum. Sinto-me propensa ao vício das raspadinhas. Continuo a suspirar pelo Euromilhões . Amanhã é segunda-feira.

Vim só dizer

Que este mês ainda falta o feriado municipal. Uh-uh.

Das duas, uma - ou como é bom viver no campo.

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Acordar e ouvir os pássaros (em dias de sol como o de hoje), estar a dez quilómetros da praia, a quinze do centro da cidade e a escassos metros do campo no seu estado mais puro. Das duas, uma: ou sou muito fácil de agradar ou vivo num lugar abençoado.

2013

Podia ter sido o ano do desespero. Estava há 3 meses à procura de um trabalho na área (que me enchesse as medidas e não fosse uma chulice pegada) e a tarefa parecia uma missão impossível. Estar em Lisboa deixou de fazer sentido (viver fora às custas dos pais não era opção), decidi o óbvio - voltar para debaixo da asa dos papás -, fiz as malas e aterrei numa casa que, até este ano, nunca tinha sentido como verdadeiramente minha (história de outros capítulos). O regresso podia ter corrido mal. Voltar à rotina familiar, aos horários estabelecidos, ter de depender de outros para me deslocar, ter o namorado e alguns amigos longe, ter de lavar a louça logo a seguir ao jantar (das piores coisas que me podem pedir!) e ter de aturar as neuras de cada um são pormenores que podiam ter feito alguma mossa. Podia ter-me sentido a mais (conheço casos desses) ou, pior, ter-me deixado ir a baixo com a frustração de não arranjar emprego. Podia ter sido um drama, podia ser hoje uma feiosa solitária c...

Ainda Leiria

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Ou parte dela, com cores de Outono e frio de Inverno.

Leiria é fixe.

Na cidade do Lis fervilham ideias, respira-se música e fazem-se coisas das boas. A Preguiça Magazine é disto um exemplo e abre-nos a porta, todos os dias, a muitos outros exemplos que enchem (ou deviam) o país de orgulho. Numa altura em que a cultura fica cada vez mais para segundo (terceiro, milésimo, por aí...) plano, Leiria insurge-se e responde com projectos de nível: muita música e para todos os estilos, espaços cool , marcas novas, enfim, "a região de Leiria só não é um case study a nível nacional porque é um anão político em termos mediáticos" (vale a pena ler mais  aqui ). Partilhei este texto porque me identifiquei com o que li e porque acho mesmo que somos abençoados nesta "coisa" da música, mas não é só em Leiria que brotam artistas. Acho sinceramente que há muito talento em Portugal (nas mais diversas áreas) e lamento que a p*** da crise nos proíba de ir mais ao cinema, ao teatro, a concertos e a exposições. Dói-me quando entro numa livraria e...

Sobre as autárquicas

Gostava que a abstenção fosse estudada em profundidade, que não fosse só a leitura fácil de que metade do país não se preocupa minimamente com o meio em que vive. Gostava porque estou convencida que, este ano, houve gente a deslocar-se às urnas que não o fazia há muito. Acho que este ano há mais gente acordada e sensível às questões políticas, mas também acho que o acto de votar está dificultado e não se adapta a um estilo de vida pós-moderno. Ser domingo já não é sinónimo de não haver trabalho para ninguém. Ser domingo não muda o estado de doença aos acamados e internados. Ser domingo não leva os madeirenses e açorianos de volta a casa para passar o fim-de-semana quando ainda há pouco tempo vieram para o continente por causa do regresso às aulas. Há gente (gente?) que se está nas tintas, é bem verdade, mas não acredito que esse número corresponda a metade da nossa população. Poderiam dizer-me: quem está longe pode votar à distância. Pode, na teoria. Na prática temos casos e c...

Filosofias do autocarro das 19h15

"Sempre ouvi dizer, uma meloazita come-se sozinho, uma melancia comem muitos". Se pensam que a conversa era sobre fruta, bom, podemos continuar no sentido figurado mas eu prefiro clarificar e traduzir, que isto é ensinamento para levar para a vida: uma metáfora sobre a desvantagem de namorar com uma gaja boa.

Dilemas

Os meus olhos choram sempre que ligo o computador à noite. Ia escrever que era a partir de amanhã que passava a ir de óculos para o trabalho mas tenho medo de ainda não ser desta. Sempre fui um bocado paranóica com esta coisa das lunetas: acho que fico feia que dói e pronto, apesar de até ter confiança em mim e saber que valho por muitas outras coisas, prefiro quando me sinto bem também com a aparência. Não sabia o que eram rotinas desde que terminei o secundário e, como desconfiava, prefiro a vida desregrada que tinha de poder adaptar-me sempre ao que surgir. Agora não: acordo sempre à mesma hora, tento não fugir muito à hora de deitar, preparo a marmita, apanho autocarros... tudo certinho. Um dia destes ponho-me à boleia só para quebrar a monotonia. Assim que soube que ia ficar com o lugar no trabalho e que iria morar com os meus pais no próximo ano, decidi que queria comprar um carro. Não me fez falta até aqui porque em Lisboa tinha dezenas de meios de transporte à porta e,...

Confesso que a percentagem de trabalho tem sido pequena

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Praia do Pedrógão, Leiria - Junho 2013 Em contrapartida, o resto dos itens da lista anterior estão a ser bem aproveitados. Ah e viva o litoral centro cujas praias são mais frias quase dez graus do que a temperatura que se faz sentir em minha casa. Totalmente suportável :)

Dos últimos dias

Três tardes na empresa para participar num evento que organizam de tempos a tempos, conhecer melhor as instalações e ser apresentada ao pessoal (ainda não sei quando é que começo a sério). Fim-de-semana entre festas da terra, na sexta serviram-me o jantar na vila que me viu crescer, sábado e domingo servi almoços e jantares na vila que trago no Cartão do Cidadão (e que me viu crescer aos fins-de-semana). Oito em cada dez pessoas que atendia ou por quem passava perguntavam-me quem eu era (e filha de quem), depois de saberem enviavam cumprimentos à família e rematavam com um comentário sobre o facto de estar crescida ou de não me verem há vinte anos (estou a descrever isto com bons modos, parte das pessoas especavam a olhar para mim e a comentar, antes de me dirigirem a palavra...). O tempo continua uma merda. Assim como eu que para não deprimir me entupo em calorias. Sou o monstro da celulite. Vou dormir, amanhã há mais (pudim).

Da vida em cima do joelho #2

    Penso que vou uns dias a Lisboa, tento aproveitá-los da melhor forma porque não sei quando volto, e a meio da estadia ligam-me para uma entrevista. Anula-se a saída com as amigas na véspera e adiam-se, por umas horas, os compromissos do dia seguinte. Adia-se também o regresso a casa porque, entretanto, os compromissos adiados ocupam a sexta-feira toda e dá mais jeito voltar sábado. Decidido voltar sábado,  ligam-me e perguntam-me se estou disponível para um trabalho* segunda-feira, também em Lisboa. O cachet vale a pena, não hesito e lamento não ter trazido roupa suficiente para ficar até segunda. Como estabelecido, sábado dou um pulo a Leiria. Já sabes a notícia?  - não sabia e não era boa. Lá nos desenrascámos num domingo de correria e à noite estava de volta a Lisboa. Acordo na segunda-feira, preparo-me para ir trabalhar e faço a mala, que depois do trabalho tinha de me despachar para apanhar o expresso. Tinha, achava eu, porque mesmo antes de sair de casa r...

Ponto da situação #5

   Amanhã a Inês vem ter connosco ( yupii ) e ainda não vai ser desta que tenho oportunidade de vir aqui desbobinar uma data de coisas.    Tenho um chato à perna que em certos dias me leva ao desespero. Há um anormal que me deve dinheiro (felizmente pouco). Tenho sono. Fui há pouco à ante-estreia do Django Unchained  e, apesar do sangue e da violência não serem os meus pratos preferidos, adorei. Tenho saudades de sair para fotografar (se têm seguido o 360º em 365 dias   repararam que o meu contributo tem sido apressado e via telemóvel - lamento mesmo - e se têm consultado o separador  aqui no blogue, já repararam que está a precisar que o actualize).    Os meus dias em Lisboa estão a esgotar-se a passos largos e tenho conseguido rever quase toda a gente. Tem sido bom, viver é bom e ter água, luz e telecomunicações também. Hã?! Pois, esqueci-me de vos dizer que a minha família tem estado sem estes bens. A minha família e mais uns mil...

Primeira frase do dia #1

   A partir de hoje, até me cansar, vou anotar diariamente a primeira frase/expressão que ouvir na rua. Porquê? Porque sim. Acho sempre graça ao que ouço aleatoriamente, vamos ver no que dá. Olhe lá menina, há por aqui perto uma coisa dos chineses? Leiria, 10h00

Sufoco...

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Monte Redondo - Leiria - Agosto 2010    ... com tudo o que tenho para fazer. A ver se isto acalma para a semana, que tenho muita coisa para contar ;)

Porta-Tazos #2 - Bolinho

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   A rubrica dos petizes dos anos 90 não está esquecida e hoje é bom pretexto para a retomar, não fosse o 1 de Novembro um dos dias mais adorados da pequenada, que ignorava a parte de visitar os mortos no cemitério e se concentrava, apenas, em "ir ao Bolinho".    A década de 90 representou a transição entre o costume religioso e o importado Halloween : "Pão por Deus" caiu em desuso (íamos simplesmente "ao Bolinho"); aos habituais pães e frutos secos, juntou-se a oferta de doces (sem que ameaçássemos com travessuras); e, para receber tudo isto, bastava ter lata para tocar às campainhas, que o destino encarregava-se de nos encher de guloseimas o saco feito na escola, de propósito para a ocasião.    Nada de recitar poemas, ler versículos ou fazer malabarismos... pedíamos e os adultos davam. Tudo muito fácil? Desenganem-se! Para rechear bem o saco haviam truques a utilizar e esta é uma selva onde não se safava qualquer criança mimada! O grupo tinha ...