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A guerrilha da Ford

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Sou fã assumida de acções de guerrilha* (como consumidora e como profissional, pelo gozo que dá desenvolvê-las). Muita originalidade, custos baixos para a marca/empresa e reacções imediatas dos consumidores. Não podia deixar passar a mais recente da Ford: A ideia é simples: a marca quer vender carros com motor EcoBoost , amigo do ambiente. Se podia fazer um spot publicitário? Podia, mas seria bem mais caro e não teria o impacto que deve ter sido ver este cenário ao vivo: um carro completamente coberto de vingança de pombo. Algo que fica muito mais na memória do que os anúncios publicitários na TV, que passamos à frente. Se funcionou? Estamos a ver o vídeo não estamos? Aquelas pessoas partilharam fotos não partilharam? Objectivo cumprido. E agora que estamos a falar nisto, talvez esteja na altura de trocarmos de carro, se calhar por um Ford que os gajos até são engraçados - a nossa mente funciona assim. *Estratégia de Marketing utilizada para promover produtos, serviços ...

Ah e tal, os refrigerantes.

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   Um anúncio com tudo o que precisamos de saber sobre o consumo de refrigerantes, criado nos EUA pelo Center of Science in The Public Interest (CSPI) e que se adequa perfeitamente à realidade portuguesa. As indirectas para a Coca-Cola são notórias mas esta não é a única bebida com excesso excessivo de açúcar - um pleonasmo intencional para enfatizar que a felicidade alegada por estas marcas pode transformar-se rapidamente em tristeza.    Senhoras e senhores, apresento-vos os Real Bears :

Felizes os que não têm televisão #1

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   Primeiro brinde da publicidade mal regresso do meu retiro:    Se tivesse que salvar um dos elementos desta nova versão do "é sexta-feira yeh" provavelmente escolheria a letra e nem essa tem qualquer tipo de encanto. Oh senhores, a música já saiu há meses, passou repetidamente na maioria das rádios deste país, foi postada vezes sem conta nas redes sociais e citada outras tantas sempre que alguém dizia o dia da semana; deu o que tinha (e não tinha) a dar e vocês ainda pegam nela para passar de hora a hora na TV portuguesa até meados de Setembro? É que só de ouvir o instrumental arrepia e quando achamos que não podia piorar... eis que o puto começa a cantar e não há ouvido ou vidro que aguente. Ah eu garanto-vos, filho meu não comprava nem um lápis no Continente depois disto.

Porta-Tazos #0.1

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    Depois do seguinte comentário ao post   Porta-Tazos #0 : . Bé 17 de Agosto de 2012 05:00 "(...) insisto para que faças a diferenciação entre Matutazos e Poketazos. Consta na lei do recreio que não podes trocar um Duffy Duck por um Ratata e por isso a omissão deste apartheid pode ferir as suscetibilidades das fações mais conservadoras :p  (...)"              Se dúvidas haviam,  Sodona Balalaica  desfez. F ica claro que cada colecção era única e representou uma fase do nosso crescimento, pelo que qualquer pessoa com mais memória do que eu se lembrará, exactamente, de todos os nomes - os da Máscara, eram Mascatazos? :O       Quanto às trocas, mesmo que eu tentasse enganar alguém a trocar Matutazos por Poketazos, não podia: quando estes últimos chegaram, já eu tinha perdido os primeiros ( ya às vezes dou imensa atenção às minhas coisas... não).      No meio disto tudo, encon...

Inverno

Aquecedores ligados + castanhas assadas depois do jantar + ponta do nariz gelada se estou mais de 2 minutos na rua = Inverno/Monte Redondo    Sim, eu sei que só me desloquei 150 km e que continuo na Zona Centro, mas nota-se alguma diferença (e para quem não aprecia especialmente temperaturas baixas, como eu, nota-se muito mais). Parte boa? Tenho um sofá bem grande para apreciar calmamente, enquanto lá fora o gajo da meteorologia se diverte a cozinhar uma salada russa de chuva, vento e trovões.    Embora tenha dito, ontem de manhã, que ainda não estava com paciência para o Natal, depois de ver uma árvore de Natal no Saldanha mudei de ideias. Contudo, há pouco, o anúncio onde a Popota acha que é a Jennifer Lopez voltou a elucidar-me.    Bom, bom, só mesmo saber que os Ferrero Rocher estão de volta (e podiam simplesmente comprar spots de 15 segundos onde apenas mostravam os chocolates, aquele anúncio é completamente previsível, feio e velho). ...

Seminário

         “ Branded content is undoubtedly going to be the next big thing for the advertising industry.” (Baker, 2010) [1] Tendo em conta que o Seminário é um dos nossos cartões-de-visita, faz todo o sentido que o seu tema incida em algo que se identifique com os nossos gostos pessoais e com as nossas projecções para o futuro e, baseada nisto, não hesitei em escolher a Rádio: à minha má memória escapou a sala repleta de discos, CDs e microfones onde em pequena passava horas a explorar músicas, a apresentar programas imaginários, a entrevistar-me, a dar espectáculos para o espelho e a morrer de vergonha sempre que alguém entrava. Pode ser uma história demasiado pessoal para figurar num projecto de fim de curso, mas é a forma mais genuína de justificar a resposta imediata “Rádio” sempre que me perguntam onde é que gostaria mais de trabalhar. Descartando a Informação (área que menos me cativa em todos os meios), sobraram a Música, a Publicidade ...