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Sobre a épica ida ao Porto

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Chapéus de chuva dos chineses - o cantor da gelataria - o 3º andar do 317 - a sessão na varanda - o nosso amigo leão - o shot duplo de tequilha - a tia ? Leonor - as velinhas de frutos vermelhos - o Álvaro da Uber - a playlist - a Boîte - o eléctrico que nos ia albarroando. #sabes #boasboasboas Rua de Sta. Catarina, Porto - Novembro 2016

Para 2016?

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O mesmo que pedi há um ano: que o meu corpo não me trave os pensamentos.  Living life to the fullest . Um bis deste ano que agora termina. Energia suficiente para dar tudo. Sanidade mental no meio desta loucura tão boa. Manter os pés assentes na terra quando é preciso, lembrar-me sempre que sou mortal. Ter sempre sede de aprender. Humildade para questionar. Vontade de ajudar.  E queques para oferecer.  Ontem jogámos ao quarto escuro, muitos anos depois da última vez. De repente estávamos na mansão em 2007, na "O. Palace" em 2004 ou em casa da avó da Ana em 1999. Nem sei. Sei que estes 25 me sabem a 15 e adoro (os armários não gostam tanto porque a maioria de nós ganhou peso, mas é um pormenor). Sim, tenho 25 anos e sim, continuamos a fazer videoclips de músicas pop como se tivéssemos menos 10. Sou proprietária de bens que adquiri. Tenho um trabalho de responsabilidade 9 to X (sem hora para acabar).  Estudo. Partilho. Experimento coisas novas. Recup...

Espero voltar em breve

Se até aqui eram milhares de coisas a acontecer em simultâneo, agora arrisco-me a afirmar que são milhões. Falamos em 2016? 

#felicidade

Regressei a transbordar de alegria, ajudei turistas atarantados com a greve do metro, conversei com uma senhora idosa no pingo doce, troquei bitaites sobre politica com o taxista. Fui com a minha mae e a minha tia a praia, fiz o nosso jogging a beira mar, li a visao, resolvi um sudoku, desfiz as malas, entreguei os souvenirs/recuerdos/ regalos, recebi os miminhos das minhas garotas, pus o iman no frigorifico, comi sopa (ja estava a ressacar), calcei uns saltos, fui pra balada, desfiz um mal entendido, ri como italiana que fui noutra vida ( sorrisi gratis ), dancei e cai na cama. Bem sei que este texto soa a piroseira, mas sou muito grata por tudo isto: pela sorte infinita de viver assim, por voltar sempre com o coracao mais cheio e por nao viver atrelada a merdas que me exijam conter - sinto-me genuinamente feliz, como se estivesse constatemente a abarrotar de pizza, gelatto e spritz . O mundo e lindo, Italia e linda e eu so posso estar eternamente agradecida por poder ter conscien...

Sobre o último post?

Tenho sempre imenso para dizer aqui. Não é que passe a vida a trabalhar e a penar, sem tempo para cá vir. Eu tenho tempo, não vou mentir, só não chega para tudo o que gosto de fazer. Como raramente estou sozinha e não sou aquele tipo de pessoa que está em público, ou em casa, constantemente agarrada ao telefone ou computador em vez de passar cartucho ao que a rodeia, acabo por deixar para depois, mesmo que a vontade de escrever seja grande - que é. Todos os dias acontece tanta coisa e eu sei que, do nada, vou acabar por passar à frente, acabar por esquecer e, entretanto, perder o fio à meada. A minha memória selectiva só guarda o que é bom, de tal forma que às vezes, quando passa algum tempo, as conquistas parecem peanuts - para dar um exemplo, ainda me lembro que passei 3 meses sem dormir porque o escrevi, mas na minha cabeça é algo muito passado e que foi rapidamente substituído já que, actualmente, voltei a dormir sem grande dificuldade. Também tenho pena de nem sempre...

A saga dos 25

Vinte e cinco anos. Lembro-me de ter 5. De, antes disso, estarmos nos baloiços novos da Acurede (jardim de infância) a brincar, no edifício que inaugurámos (e, ainda antes, uma leve lembrança do tapete no edifício velho e do cheiro a sopa de grão com massa). Lembro-me de ter mudado de escola aos 5 anos por uma questão de logística e de ter ido para um Jardim todo xpto , já com computador na sala - a Sala dos Marinheiros - e de me obrigarem a comer maçã cozida. Lembro-me de ter sido o ano mais triste que tive na escola (que sempre adorei, antes e depois desta experiência menos feliz) e de não ter criado laços com ninguém (tinha um namorado que se chamava Flávio, sem o dente da frente, mas não recordo o nome ou cara de mais ninguém, educadoras e auxiliares incluídas). Aos 6 fui para a primária, na Bajouca e um ano depois voltei para a Guia, desta vez com as questões logísticas a meu favor, de volta para os meus amiguinhos da Acurede e alguns novos como a Mel e a Inês, quase todo...

I Am'sterdam

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Há um ano estávamos numa das cidades mais fixes da Europa. Aquela onde existe tudo e tudo coexiste tão bem. Uma cidade livre, mente aberta, diversificada, cheia de vida e cheia de gente, sem se tornar sufocante. A sério, que outra cidade conjuga tulipas, bicicletas, drogas e sexo no mesmo cartão de visita, tudo em plena harmonia? Das que conheço, só Amesterdão. E é esta diversidade que lhe dá piada e a torna única. Aeroporto de Schiphol - Amesterdão - Abril 2014 Central Station - Amesterdão - Abril 2014 Vistas do passeio de barco, pelos canais - Amesterdão - Abril 2014 Pelas ruas e praças de Amesterdão - Amesterdão - Abril de 2014 Museumplein - Amesterdão - Abril 2014 Hard Rock Café Amsterdam - Amesterdão - Abril 2014 Vondelpark - Amesterdão - Abril 2014 A nossa Coffee Shop preferida, onde ficávamos sentados na montra, descalços (não me lembro do nome :/) Vistas do último andar da Biblioteca Pública d...

Sobre ontem à noite

A Telma diz que eu sou a Beyoncé de Portugal. Eu acredito (cof cof).

Tão. Bom.

Uns raios de sol mais quentes, o mar, a serra, a nascente do rio e a natureza. Calçar uns patins mais de dez anos depois*. Caminhar, correr e parar na esplanada para lanchar um croissant de chocolate ( haters gonna hate :p) . Andar de baloiço. Cozinhar. Dormir umas horas. Sair. É tudo tão lindo quando se dorme. Não se pode almejar muito mais do que isto. * que se desintegraram assim que ameacei começar a andar (quem disse que ter comprado uns patins número 38 aos nove anos de idade tinha sido um investimento inteligente, não se lembrou que o plástico acaba por ressequir com o tempo).

Directamente de Paris de France

Bonne Année mes amis ! Espero que tenham um ano tão bom como os meus primeiros quatro dias têm sido (com menos sandes, menos frio, zero voos atrasados e mais horas de sono, se possível) e que tenham apostado em resoluções importantes para a humanidade como, por exemplo, jamais gastar dinheiro a comprar um stick para tirar selfies . Feliz 2015 :)

One drop, two drops, three drops, four...*

Yap , estou viva (muito mais viva offline do que online , é certo)! O Natal foi bom, continuo cá, feliz da vida, a correr como foi o ano inteiro, a dançar como se tivesse 17 anos, a festejar como - espero e desejo - haverá de ser sempre. Paris está mesmo aí, não sei como vou enfiar tudo na mala ( the same old story ), o trabalho já acalmou, continuo com uma lista considerável de coisas obrigatórias até ao fim do ano (adoro a vida de adulta) e vinha, finalmente, partilhar uma data de coisas mas tenho os dedos congelados portanto fica outra vez para data incerta. Se não nos virmos mais, bom ano e os desejos de sempre. Beijinhos, #loveyouall *The sound of kuduro is knocking out your door. ♫ Buraka Som Sistema - Sound Of Kuduro

Do fim-de-semana prolongado

Já não me lembrava da sensação de querer levantar os pés numa discoteca e não conseguir fazê-lo graças à quantidade de substâncias pegajosas no chão. Para ser franca não me lembro da última vez em que estive numa discoteca (provavelmente no Verão mas nem estou a localizar) e muito menos de ter saído de uma depois das 7 da manhã. Não me lembrava, não tive saudades, mas foi bom voltar (a uma saída até de manhã, aos amigos e à cidade de Lisboa, ao meu amor). Ficava mais tempo (com ele, com eles, com quem não vi) mas o relógio não para e há muita vida (e muito frio) à minha espera, mais a norte. [Logo logo estamos em Parissss].

Pronto, já passou

Nada que uma conversa no Whatsapp com as minhas Verdocas (nome de código - sim, eu sou uma adolescente e gosto) não resolva. Escolhas de outfits , ideias para a ementa da passagem de ano (sim, talvez seja cedo, mas já sei que num piscar de olhos já lá estamos e nós temos desculpa: andamos há meses a planear o reencontro), baboseiras, enfim, fazem-me falta. [Elas e toda a vida social que se anula quando passo demasiados dias especada em frente ao computador ou com as mesmas pessoas, a ter as mesmas conversas]. 

Domingo sounds like everything and more

Confesso que estava a precisar de um dia sem planos. Sem pressas, sem bicho carpinteiro e sem despertador. Com um bolo no forno, amigos e família à vez ou todos juntos, sozinha com uma chávena de cacau e um livro, de olhos fechados a dormitar. Como me desse na real gana. Exactamente como hoje. [Pena estar a acabar e amanhã ser segunda-feira. Méé.]

Just in case...

Amanhã faço nova recolha de sangue, vou ter o resultado de algumas análises e exames e vou, finalmente, ouvir parte (acho que alguns resultados ainda estão pendentes) da minha sentença. Tendo em conta os chinelos horríveis que a minha mãe me levou para o hospital - fui gozada, e com razão, por toda a gente - decidi deixar escrito as minhas exigências no caso do desfecho desta história se adivinhar fatal. Mantendo-me fiel a mim mesma, as exigências são poucas mas acho que farão a diferença entre algo ao meu estilo ou algo que me envergonhe. Sem mais delongas: não é preciso haver missa; o caixão tem de ser branco, de linhas direitas, sem verniz; nas flores só quero tulipas soltas, brancas e de várias cores (incluindo azul, preto e violeta); maquilhagem clean com batom e unhas da mesma cor (cor dentro do que estiver actual e que fique bem com a roupa); cabelo esticado mas não assolapado; este vestido e estes sapatos (se não ficar bem com o tom de pele desmaiado peçam ao Dino Alves...

Amor com Amor se paga

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Vamos falar de certezas? Sou uma privilegiada por ter pessoas tão espectaculares à minha volta. Uma família enorme que me enche o peito de orgulho, os melhores amigos do mundo, um namorado que me enche as medidas e queques para agradecer. Estou mais eficiente que nunca. Criativa até mais não. A estadia no hospital foi de tal forma uma saída da rotina que não parei de ter ideias (se calhar também andei a alucinar com os medicamentos, quem sabe). Anotei sempre tudo. Cheguei a casa com páginas e páginas de ideias e tarefas para concretizar. Juntei-lhe tudo o que adiei nos últimos meses (algumas coisas estavam adiadas há anos sem eu me aperceber) e deu-se em mim uma explosão de 'bora lá que, juro, desconhecia possuir. Nunca fui uma inerte ou parasita (vá, no primeiro ano da faculdade andei lá próximo) mas esta histeria é de mais. Mal tenho dormido, é certo, mas numa semana de baixa (estar de baixa é tão adulto, meu Deus - não acredito em nenhum mas é a expressão que me ...

Diário da doente #1

Vinha dizer que o melhor de estar internada era ouvir o som do altifalante que é igual ao dos aeroportos e esperar secretamente que chamem por mim que já estou atrasada para embarcar para as Ilhas Gregas mas não, o melhor são mesmo as visitas que me trazem coisas deliciosas para comer, cartões com Joaninhas, desenhos, corações, todo o tipo de revistas e jornais (ter amigos jornalistas dá jeito até quando se está com o pé para a cova) e vêm de propósito de Lisboa com uma garrafa de amêndoa amarga. Quanto à alergia, não tenho novidades: mais um diagnóstico pendente para juntar ao fofo que está desde Julho a ser "estudado". Em suma, tivesse eu wi-fi e zero comichões e isto eram umas férias de luxo (tenho uns chinelos feios e duas idosas no quarto mas vamos esquecer isso enquanto estou na sala-de-estar).

Um post de foodie no fim-de-semana em que o apetite voltou

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Continuo cheia de sono, acho que vou precisar de uma semana para recuperar (ainda que durante a mesma tenha de estar muito alerta e com muitas ideias porque estamos em época de réentrée e de avaliações e relatórios e redefinição de estratégias e merdas) mas aos poucos sinto-me voltar ao planeta Terra. Mais tolerância para o telemóvel e o PC (objectos que já não podia ver à frente dada a sensibilidade à luz), vontade de cuscar as novas colecções de roupa, de escolher o apartamento onde vamos passar uns dias magníficos em Paris lá para o fim do ano (ainda nem vos contei a viagem a Amesterdão que entretanto aconteceu há 5 meses, mas enfim, um dia vou ser uma pessoa com tempo). Já tenho vontade de me inscrever na piscina, de fazer mil coisas, mas para já é tudo muita vontade e média acção - só na vontade de dormir é que não me faço de rogada, porque enquanto não descansar vou andar irreconhecível. É certo. Bom, mas este post é sobre comida e sobre sítios giros portanto toca a ano...

Sequências do fim-de-semana*

Holandês. Praia do Pedrogão. Lanheiro. Praia da Cova. Amigos. Família. Bom tempo. Amor. */ignorando o tema do momento.

A arte de bem receber

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Bastava-nos que abrissem a porta de sorriso na cara. Em vez disso - ou, para além disso - prepararam-nos uma "suite", tivemos direito a  welcome drink  e ainda nos fizeram o jantar. Só porque sim - ou só porque são naturalmente espectaculares. Quando, na manhã seguinte, ouvimos falar em panquecas, estávamos longe de imaginar o mega brunch que nos esperava. Surreal. Quem é que acorda mais cedo, estando doente, para ir às compras, cozinhar e preparar uma mesa repleta? Quem é que se dá a este trabalho sem qualquer objectivo senão o de receber bem os amigos? Vilamoura - Maio 2014 Obrigada! Pela recepção, pelo companhia e pela inspiração. #youreawesome