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Do 365 project*

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Até aqui estava a fazê-lo com outras bloggers , integrada no 360º em 365 dias . Começámos no dia 1 de Janeiro e era suposto manter o desafio até ao dia 31 de Dezembro - digo suposto, porque ao contrário do planeado, amanhã o desafio conjunto acaba. Individualmente vou, claro, continuar. Mais do que honrar um compromisso é a vontade de chegar ao final com uma compilação de imagens do ano mais indefinido de sempre. Vai saber bem olhar para trás - quem quiser ir olhando já, é espreitar diariamente no separador aqui do blogue ou aqui . *Projecto fotográfico que consiste em capturar uma fotografia por dia, durante um ano.

Porquê, São Pedro, porquê???

   Eu aguentei o mais que pude: meses a fio a tentar ignorar, a arranjar desculpas válidas para esse teu desvio comportamental, a respirar fundo todas as manhãs em que a janela me mostrava mais um dia cinzento. Não te azucrinei, não andei a buzinar-te às orelhas dia sim dia também, não me lamuriei, enfim, uma autêntica paciência de santa... até hoje.    Atingi o limite e o meu primeiro impulso foi insultar-te, dizer uns quantos palavrões e mandar-te para o raio que te partisse. Contudo, como pessoa correcta que me esforço para ser, resolvi dar-te uma oportunidade: desabafa, conta-me o que é que se passa e diz-me em que é que te posso ajudar! A sério, podemos conversar, resolver isto a bem e beneficiar todas as partes. Pode ser? Será que dá para chegarmos a acordo? Obrigada! Se entretanto vier o sol e o calor, já sabem a quem têm de vir fazer vénias!

Fófuxos,

Descobri que o meu namorado lê os textos que publico aqui no blogue com tom queque . Não sei onde é que ele me ouviu falar à tia de Cascais mas ridicularizou-me de tal forma que deixei de conseguir reler mentalmente toda e qualquer tentativa de post  - se eu não voltar mais, já sabem porquê.  Amo-o, sim querido? Beijo!

O Bairro Alto já não está in

Custa-me escrever este título: falar assim do palco de tantas noites memoráveis pode ser interpretado à laia de cão que não conhece o dono, mas não se trata disso. Trata-se de tristeza. De duas noites em que concluímos o mesmo: o Bairro está vazio. Claro que não estava vazio, mas quem se habituou a vê-lo sempre cheio, mesmo com chuva ou no inverno, estranha a redução acentuada. Sim, o Cais tem culpa e a crise também, mas dá pena. Logo o bairro que até tem spots tão variados, que sempre conseguiu reunir todo o tipo de pessoas (e era esse um dos seus maiores encantos), está agora esquecido para estrangeiros (guiados, aposto, por roteiros turísticos com os melhores e merecidos elogios à zona), mitras (que já existiam mas que agora passam menos despercebidos) e alguns resistentes, como nós e outros grupos pontuais. O Cais do Sodré estava à pinha. Praticar preços mais elevados ajuda a filtrar os presentes e o ambiente estava claramente melhor. Uma lufada de ar fresco, mais um tiro...

P p p p a a a r t y y

A auto-estima de uma mulher pode ser totalmente arrasada por causa de um par de collants  (ou um chinês vigarista, tanto faz). Felizmente, vamos prós copos e daqui a pouco já não me lembro que deixei em casa o vestido preto. Aliás, de tão confortável que estou sou capaz de, daqui a umas horas, estar a bombar na coluna - ou a dormir porque estou cansada e, apesar de não ter trinta anos, está frio e tal... - nunca de sabe. Até já, Fernando Pessoa!

Não tem preço

Deitar e acordar ao lado do "tal". O cheiro, a temperatura, o olhar embevecido (ou cegueta, de manhã). As saudades que eu tinha disto.

E agora com licença...

... que eu estou de fim-de-semana!