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A mostrar mensagens de Dezembro, 2014

One drop, two drops, three drops, four...*

Yap, estou viva (muito mais viva offline do que online, é certo)! O Natal foi bom, continuo cá, feliz da vida, a correr como foi o ano inteiro, a dançar como se tivesse 17 anos, a festejar como - espero e desejo - haverá de ser sempre. Paris está mesmo aí, não sei como vou enfiar tudo na mala (the same old story), o trabalho já acalmou, continuo com uma lista considerável de coisas obrigatórias até ao fim do ano (adoro a vida de adulta) e vinha, finalmente, partilhar uma data de coisas mas tenho os dedos congelados portanto fica outra vez para data incerta. Se não nos virmos mais, bom ano e os desejos de sempre. Beijinhos, #loveyouall
*The sound of kuduro is knocking out your door.
♫ Buraka Som Sistema - Sound Of Kuduro

Planos brutais para um domingo solarengo

A prova de que mal temos parado em casa é a forma como estamos a ocupar o único dia livre: limpeza, arranjar o exaustor, fazer bombons para oferecer, passar a ferro, fazer o buço, listar as compras da semana, ir ao sótão buscar o presépio...

Massacre talibã em escola no Paquistão

Mais de 140 mortos e dezenas de feridos, na grande maioria crianças. Eu sei que este é só mais um ataque e esta é apenas mais uma notícia, a somar a tantas outras do género, mas continuo sem conseguir ignorar. Continuo a sentir-me ridícula pelas vezes em que ouso queixar-me da minha vida quase perfeita e continuo a sentir-me impotente face a esta e a todas as outras atrocidades cometidas diariamente, por este mundo fora. 

[fonte]

Coisas mais interessantes:

Férias à vistaaaaa. <:o)

LES Report

Sinto-me bem? Sim. Estou bem? Não faço ideia. Isso assusta-me? Até ontem não. O que mudou? Precisamente nada, ou tudo, desde que a história começou. Há mudanças todos os dias, sinais de que não sou a mesma. Até ontem adaptei-me. Ontem, assustei-me.
E no entanto ontem não aconteceu nada em particular. Cortei o cabelo porque continua a cair às mãos cheias. A mancha que normalmente desaparece uns minutos depois do banho ficou até me ir deitar. A pele está estranha. Nada de novo, continuo a sentir-me rato de laboratório, a acreditar que é normal porque aconteceram uma série de coisas e ninguém saberá atribuir razões específicas a nada, mas de repente assusto-me. De repente cai a ficha e não estou só doente porque os outros me lembram disso. Estou doente porque o vejo, mesmo que me sinta bem. E de repente somo todas as alterações. Tenho vontade de chorar pela primeira vez desde o início. Obrigo-me a dormir e a acordar noutro dia. Acordo tranquila mas forço-me a não seguir em frente sem an…

E mais?

A minha máquina fotográfica já teve melhores dias. O meu carro, lindo e fofo da dona, idem. Eu própria, como já reportei, já tive melhores dias. Mas não é um drama. É chato - no caso da gastroenterite é muito chato porque não há força nem disposição para nada e não nos é permitido pôr a vida em pausa -, mas não é o fim do mundo (se é, não é mau de todo).
[De qualquer forma isto pode acalmar um bocadinho, que não me importo].

Só para agitar mais um bocadinho...

Uma bela de uma gastroenterite.

Do fim-de-semana prolongado

Já não me lembrava da sensação de querer levantar os pés numa discoteca e não conseguir fazê-lo graças à quantidade de substâncias pegajosas no chão. Para ser franca não me lembro da última vez em que estive numa discoteca (provavelmente no Verão mas nem estou a localizar) e muito menos de ter saído de uma depois das 7 da manhã. Não me lembrava, não tive saudades, mas foi bom voltar (a uma saída até de manhã, aos amigos e à cidade de Lisboa, ao meu amor).
Ficava mais tempo (com ele, com eles, com quem não vi) mas o relógio não para e há muita vida (e muito frio) à minha espera, mais a norte.
[Logo logo estamos em Parissss].

Furacão Dezembro

É o Natal (os presentes, a comida, a solidariedade, os jantares pessoais e profissionais e o trabalho que nesta altura duplica), a Passagem de Ano e A viagem da Verdocas Crew. São os aniversários (da mãe, da afilhada mais fofa da madrinha aka Baby I - que já não é tão baby quanto isso-, das primas, da ti Luz, do avô e do Cácá). É o fim-de-semana prolongado na minha adorada Lisboa. É o selo do carro, a revisão e a inspecção. São os óculos. O yoga. A vontade de fazer bolachas. E uma série de coisas atiradas para 2015. Até já.