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Escrito em Fevereiro de 2016

Ainda me estou a habituar à ideia de já estarmos em 2016. Sinto que fui empurrada ravina a baixo e que 2015 foram esses meros segundos em queda livre, brutais, intensos, maioritariamente deliciosos, com alguns momentos de suster a respiração e, o pior, com perdas de partes de mim, pelo caminho. Aterrei exausta. Estou a levantar-me.
Acrescento, quase um ano depois: Não sei se me cheguei a levantar, o fiz e me voltaram a empurrar. Sei que passou tudo num ápice, outra vez. 

Como assim, 2017?!

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Não faço ideia de como é que chegámos a 31 de Dezembro de 2016.
Hesitei mais do que uma vez quando me perguntaram a idade este ano, precisamente por isso: como assim, 26 anos?! O calendário diz que sim mas eu não tive tempo de assimilar. 
[Não me custa absolutamente nada, é só um número inofensivo, não me sinto atrasada ou em falta, sinto só que ainda agora - agorinha mesmo - tinha 25 e 24].
Tenho 26 anos aos quais retirava muito pouco, nos quais alterava quase nada. Passaram a voar mas não me impediram de me demorar nos sítios, nas pessoas e em tudo o que me deu gozo.


Têm sido anos do caraças, todos eles. Ali um, pelo meio, em que precisei das lições da vida. Um outro, mais recente, para me lembrar que sou mortal, que há coisas que não controlamos e que todos os minutos contam. 
Gostava de me demorar a revisitar mentalmente 2016 e 2015 mas há vida para viver lá fora. Resta-me desejar um 2017 do caraças para toda a gente.
Um 2017 real. Com um uso positivo da tecnologia, dos recursos,…

Sobre a épica ida ao Porto

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Chapéus de chuva dos chineses - o cantor da gelataria - o 3º andar do 317 - a sessão na varanda - o nosso amigo leão - o shot duplo de tequilha - a tia ? Leonor - as velinhas de frutos vermelhos - o Álvaro da Uber - a playlist - a Boîte - o eléctrico que nos ia albarroando. #sabes #boasboasboas



Mas fixe, fixe...

... é quando estás a planear 4 viagens ao mesmo tempo (imensos smiles e emojis e pulinhos de contente).

Factos

Abri finalmente o cartão de memória da máquina fotográfica.
Achava que ainda não a tinha usado este ano, mas enganei-me: usei-a duas vezes.

[Duas vezes enterradas no passado: a vossa casa, na última vez que lá entrei; nós os dois, num presságio do que viríamos a (não) ser.]

O depois

A escrita automática ainda sugere "amor" quando escrevo bom dia.