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A mostrar mensagens de Julho, 2013

Não estou a aguentar

O ambiente taciturno desta casa. Não sou feita desta essência cinzenta, não a compreendo sequer. Isto das vinganças, dos amuos, do dificultar a vida aos outros de propósito. Recuso-me a aceitar que uma família se dê a isto. Que tristeza profunda vivê-lo.

Os domingos têm um novo sabor

Sabem a pequenos-almoços na esplanada, a pés na areia, a barulho de amigos e a tempo infinito. Sabem a boa cozinha, a "não me lembres os dias da semana" e a ar que se entranha aos poucos nos pulmões para nos renovar. Sabem a sol, a pele dourada e a sinfonia de grilos quando cai a noite no Casal da Jarmeleira. No fundo, sabem àquela vida que agora, durante a semana, temos de prender a sete chaves num baú.

Todos a fazer figas pelo Rum

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Estou com um pressentimento estranho, tem andado doente e hoje parece-me pior, sem energia, meio apagado e até atarantado. Nós andamos todos nas nossas vidas e ainda ninguém o levou ao veterinário. Sou positiva mas como também sou realista, admito que estou com receio. Vá, torçam aí pela cara linda da família.

Dilemas

Os meus olhos choram sempre que ligo o computador à noite. Ia escrever que era a partir de amanhã que passava a ir de óculos para o trabalho mas tenho medo de ainda não ser desta. Sempre fui um bocado paranóica com esta coisa das lunetas: acho que fico feia que dói e pronto, apesar de até ter confiança em mim e saber que valho por muitas outras coisas, prefiro quando me sinto bem também com a aparência.
Não sabia o que eram rotinas desde que terminei o secundário e, como desconfiava, prefiro a vida desregrada que tinha de poder adaptar-me sempre ao que surgir. Agora não: acordo sempre à mesma hora, tento não fugir muito à hora de deitar, preparo a marmita, apanho autocarros... tudo certinho. Um dia destes ponho-me à boleia só para quebrar a monotonia.
Assim que soube que ia ficar com o lugar no trabalho e que iria morar com os meus pais no próximo ano, decidi que queria comprar um carro. Não me fez falta até aqui porque em Lisboa tinha dezenas de meios de transporte à porta e, por cá…

O Cavaco é cá um banana...

... mas falemos de outras coisas. Do mar excelente deste fim-de-semana. Do jantar habitual. Dos amigos. Do namorado, esse fora de série. Do projecto que nos enche de trabalho mas também nos traz orgulho. De coisas boas, que amanhã já é segunda-feira e eu estou toda arriadinha.

Aviso à navegação

Vocês são uns fofinhos. Costumo imaginar que aqui "escrevo" para as paredes - até para diminuir aquele "e se a pessoa x lê? e se a pessoa y interpreta mal?" - mas não podia deixar de agradecer os comentários, pois desapareci completamente do mapa e mesmo assim chego e encontro uma excelente recepção para moderar. Não gosto de postar no telemóvel mas como agora passo 8h/dia no pc deixei de ligar o meu quando chego a casa - bem precisava, que começo a acumular trabalho dos projectos paralelos, mas para já não há tempo nem paciência.    A bem dizer, não deixei só de ligar o pc. Tenho tido os meus minutos de socialização diária que nunca excedem a meia hora e, de resto, deixei de ter vida.    Obrigada a todos e não precisam de se preocupar, foi apenas um daqueles momentos de apatia que, acredito, todos temos e que passam com um bom banho e umas horas de sono. Repito, vocês são uns fofinhos.

Sei lá

Estou numa luta interna para conseguir exprimir o que se passa. Estou agradecida, estou satisfeita, estou cansada, sinto-me desamparada, sei que é do cansaço e que não estou desamparada na realidade, quero miminhos, quero copos, quero conseguir organizar-me de forma a não morrer para a vida todos os dias da semana, estou com sono, tenho de ir lavar o cabelo, estou farta do computador, queria companhia, não me apetece arranjar para sair de casa, não me apetece arranjar para receber pessoas, não me apetece ir dormir ainda que me apeteça ir dormir... enfim, se fosse um desenho animado teria a cabeça coberta de pontos de interrogação neste momento e o passo seguinte seria enfiar-me numa cápsula que me transportasse para um sítio sem preocupações.

Querido sofá,

Tinha muitas coisas a dizer-te mas vou apenas curtir o momento.

Das melhores coisas do mundo

Chegar a casa e tomar banho, depois de três dias no campismo.

Google Reader, I miss you!

Não sei se sou eu que ainda não descobri (também ainda não dediquei muito tempo a descobrir, é verdade) como fazer os posts aparecer na íntegra ou se não dá mesmo, mas o que é certo é que perco o triplo do tempo com o Bloglovin. Volta Google Reader, estou cheia de saudades tuas!

Porta-tazos #5 - O puxão de orelhas de aniversário

Fiz anos o mês passado. Quando fui morar para Lisboa este passou a ser um dia entre amigos (quando não era de cara enfiada nos livros a estudar), sem família, e só voltei a partilhar o dia de aniversário com as duas fracções este ano. Para um regresso em grande às comemorações em família, os meus primos brindaram-me com o - adjectivo por definir - puxão de orelhas de aniversário.
E o que é o puxão de orelhas? Basta ser literal: consiste em puxar as orelhas ao aniversariante, tantas vezes quantos anos fizer. Escusado será dizer que este "carinho", quando praticado entre primos, é brincadeira para deixar o pobre coitado do aniversariante com os lóbulos a arder.
Se por acaso quiserem colocar este espectacular presente em prática, fiquem a saber que o devem fazer quando cumprimentam o aniversariante - "aaah dá cá dois beijinhos, tumba, já o agarrei, puxem, puxem!". Visto de fora é qualquer coisa como um emaranhado de braços à volta de um corpo de onde só se distinguem…

Paulo Portas apresenta demissão

Que o Gaspar tenha atingido o limite não me espanta. Agora o Portas? Confesso que não esperava [aqui].
E esta brincadeira de estarem todos a dar de frosques no Verão, é para ver se a malta não repara?

Vá,

Falem lá da chuva e do frio. Mas revoltados, como se não tivessem rogado quinhentas pragas ao calor.

Sweet June

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[Uma amostra do mês favorito]
Trabalho | Dia da Criança | Chocolate Quente | Compras | Mais trabalho e um workshop brutal | Hand to Hand | A afilhada mais bonita do mundo completamente lambuzada a comer cerejas | As pausas com os amigos | o Batizado da Jé | O meu aniversário e os festejos ciganos, de Leiria a Lisboa | O início da trip até Bragança | Panna cotta e gelado | Pinhão, Vila Real | O primeiro dia de praia | O segundo dia de praia | Os restantes dias de praia | O jardim de sempre | A malta a banhos na Praia da Nazaré | O inevitável gelado na Conchanata | O habitual lanche anual em modo filha única 



[O único senão do mês: a inflamação que, agora, parece um pormenor mas durante três dias foi uma senhora tortura.]