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A mostrar mensagens de Outubro, 2013

3 years and counting

O melhor nestes três anos? Não haver nenhum pedaço na história que me apeteça esconder.
Os posts mais lidos de sempre: Café Penta (26/01/2013), Os jovens em 2012 são... (28/04/2012), PDA - definição: (01/01/2013), Se a minha avó tivesse um blog sobre comida... (14/02/2013) e A única coisa que sei sobre a Casa dos Segredos (03/10/2013).
As publicações mais comentadas: Do Martim Moniz ao Castelo (08/03/2013), Recusei (03/03/2013), Das fotografias (09/03/2013) e Italian B & F (19/03/2013).
Origem das visitas do blogue: Portugal (óbvio), Rússia (pelo segundo ano consecutivo, começo a ficar intrigada...) e Estados Unidos (hi friends!).
À nossa!

Óbvio!

A.: Tu deves ser daquelas que vai no carro a cantar aos altos berros e a fazer um figurão.

Vocês talvez não saibam

Mas sempre que colocam um like no Facebook, a informação sobre o local onde estudam/estudaram/trabalham/trabalharam aparece associada ao vosso nome. E se não se importam que isso apareça para os vossos amigos, que já devem estar habituados à vossa dose de humor, fiquem sabendo que também aparece para quem não vos conhece (quando comentam ou gostam de uma publicação na página de uma marca ou de uma celebridade), portanto pensem duas vezes antes de escrever coisinhas como as seguintes: "Trabalha na empresa... ... mãe a tempo inteiro; ... satanices in my room; ... empresa Machado, de dia não abre e à noite está fechado." Ou "Estuda em... ... faculdade da vida, há melhor?; ... universidade do Bairro Alto - curso Imperial e Tremoços".

Pá, é certo que vos podia dar para pior, mas imaginem um futuro empregador a deparar-se com tamanha poesia... provavelmente fecha a janela na hora, não?

Afinal, acontece.

Pensava muito nisto na altura em que andava a enviar currículos desesperada: e se eu fico num trabalho e, depois, me chamam para outro melhor? 
É claro que a hipótese de isso acontecer era ínfima. O mercado de trabalho na área da comunicação está cada vez mais asfixiado e as oportunidades não surgem assim aos pontapés, ponto assente, mas se não tivermos esperança no momento em que carregamos no "enviar", se não nos imaginarmos a ocupar a função enquanto escrevemos a carta de motivação, acho que mais vale estarmos quietos.
Quando disparamos para todo o lado, se nos chamam para uma entrevista numa empresa que não nos entusiasma muito e sabemos que também concorremos para outra que é brutal, há sempre aquele momento de hesitação onde o tal anúncio ideal se enche de néons e nos leva a colocar a tal hipótese, por muito ridícula que seja e por muita censura que a nossa consciência lhe faça.
E mesmo quando nos escolhem para um lugar que nos enche as medidas, há sempre aquela proba…

Círculo vicioso

Com o chefe, a ver uma lista antiga de clientes:
"Este já fechou, este também já fechou, este emigrou, este mudou a empresa de nome, este é um vigarista, este fechou,  este deve-nos dinheiro, esta paga sempre atrasada, este já fechou, este também emigrou..."
Parece uma anedota mas é esta a realidade - a nossa e a deste país: cada vez mais empresas a ir ao fundo, muitas a tentar manter-se à tona, pessoas e mais pessoas dependentes disto tudo... e um Governo inútil.

Ossos do ofício #3

Se os designers desse mundo fora imaginassem que faço flyers no powerpoint e, mais recentemente, com o auxílio do paint...

Ossos do ofício #2

Soube que tinha de desligar a ficha quando a minha mãe me sugeriu que fizesse uma quiche para levar para o almoço na sexta-feira e eu desatei a chorar porque não havia bacon: o meu limite de dias sem dormir tinha chegado.

Foi uma semana do pior

Mas agora que é sexta-feira à noite, está a chover lá fora e eu tenho dois dias pela frente sem qualquer plano ou obrigação, está tudo bem (ou quase, já que as dores nas costas insistem em não dar tréguas).

Sem nada para acrescentar

Imagem

Gosto de jogos de mímica

De preferência daqueles onde não há tema ou categoria e as representações podem ir desde provérbios a nomes de séries, não esquecendo palavras como audimetria, bandas como os The Smith, cantores como a Lana Del Rey ou a Lena d'Água, personalidades como o Guardiola ou a Margaret Thatcher, locais como Ceuta ou Venda das Raparigas, palavras aleatórias como matrioskas ou Augusto e coisas tão abstractas como bruma ou santíssima trindade, por exemplo. Gosto destes fins-de-semana em que fujo/regresso (?), dos copos de vinho descontraídos, do bom humor que não deixa dormir Lisboa inteira e da despreocupação que me sossega. Sou uma sortuda.

Ó senhores da rede-expresso

Não é nada giro fazer planos para ler uma série de coisas e meter vários assuntos em dia enquanto vou no expresso e, ao chegar à gare, perceber que vou para Lisboa numa viatura que nem pertence à rede, assim já meio velha e sem internet - essa comodidade que tanto apregoam. Seria cómodo, de facto, rentabilizar o tempo da viagem e ficar livre para o fim-de-semana prolongado. Seria cómodo não ter de chegar ao destino e agarrar-me ao PC. Seria tudo maravilhoso, se o serviço pelo qual paguei fosse aquele pelo qual estou a usufruir.

Tem graça

Começar a trabalhar numa empresa e, durante os contactos que fazes em nome da mesma, encontrares pessoas da tua idade, que andaram contigo na escola ou nas actividades extra-curriculares, que conheceste "na noite", enfim, putos (como tu) que de repente estão num registo completamente inesperado e que, normalmente, neste primeiro impacto só te fazem lembrar episódios caricatos. Ahah.

Durmo na próxima vida

Que dizer? Que aproveitei o fim-de-semana da melhor maneira? Que tenho mesmo sorte por ter os melhores do mundo? Sim. Vamos esquecer que estou toda rota, que mal consegui manter a postura à secretária e que estou completamente k.o.

A única coisa que sei sobre a Casa dos Segredos

É o que li num post do Rui Sinel de Cordes (que uma amiga partilhou aqui há dias, se tiverem interesse procurem no Facebook) e só tenho a dizer uma coisa: obrigada TVI! É realmente maravilhoso ter um canal privado a fazer serviço público tirando a chungaria das ruas. Pena que só dure umas semanas (e que as câmaras estejam ligadas).

Modo zombie on

O meu cérebro anda tão cansado que tem sido impossível desligar. Inconscientemente, passo a noite a debater-me com os meus afazeres, os assuntos pendentes e os casos já encerrados. Acordo mais cansada e, pior, sem saber se as coisas aconteceram mesmo, porque todos estes sonhos se baseiam unicamente em pessoas e factos reais. Hoje, por exemplo, sonhei que a visita que combinei a um amigo que foi operado teve de ser cancelada porque ele já tinha planos e, a seguir, acordei a pensar "bom, pelo menos recuperou rápido". Depois, tornei a adormecer e sonhei que me tinham roubado o dinheiro do paypal. A seguir, sonhei que o carro ficou sem travões e me estatelei contra uns velhotes - pior, não tinha seguro. Por fim, estava a falar com o meu irmão e ele a responder, até que acordei e era de manhã, sendo que as frases por mim ouvidas estavam efectivamente a ser ditas por ele, na divisão ao lado do meu quarto. No meio de tudo isto, dormir que é bom... nada!
E hoje ainda é quarta-feira…