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A mostrar mensagens de Maio, 2012

Afinal, sei cozinhar

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Uma vez, a minha mãe ensinou-me a fazer arroz e eu não quis aprender mais nada: era o suficiente para almoçar quando tinha tarde livre (arroz branco com carne do dia anterior ou arroz com atum e maionese... fácil). Já me tinha ensinado, ainda mais cedo, a estrelar ovos, mas as aulas não foram além disso. Tentou por diversas vezes introduzir-me noutras iguarias mas, para sua grande tristeza, eu nunca deixei (estando, a seu ver, a preparar-me para ser a vergonha da família, aquela em que todas as mulheres cozinham de forma exímia). Cheguei a ponderar ouvi-la, mas não, não tinha qualquer apetite (e aptidão, julgava eu) para pegar nos tachos e panelas, pelo que me esquivava sempre - até ponto cruz ela me conseguiu ensinar e cozinhar, nada! Como sou gulosa, tive vontade de aprender a fazer crepes e, mais tarde, aventurei-me no bolo de iogurte. Feliz com o resultado, fiquei-me por aí. Ainda tentei pudim - que nunca correu na perfeição - e gelatina, que é tão fácil que é impossível sair ma…

Eu gosto é do Verão

É o que se ouve agora, na SJ Rádio e é bem verdade. Vem o calor e uma pessoa já não se importa se só dorme 3h por noite.    É por isto que, mesmo gostando de viajar, me custa pensar morar vários anos noutro país. Lisboa tem o melhor sol de sempre. E é tudo, por agora :)

Infelicidade - uma palavra que mete dó

Nunca desejei infelicidade a ninguém (apesar de saber que, para alguns, ser infeliz na sua acepção mais profunda é ficar sem saldo no telemóvel ou não conseguir comprar o bilhete para o concerto desejado - e nesse caso admito, já torci para que algumas destas coisas acontecessem, não me lembro agora de nenhum exemplo, mas de certeza que já o fiz). Já sei que (in)felicidade é algo subjectivo e é óbvio que as futilidades que mencionei não me passam ao lado: merecem, momentaneamente, um "oh bolas" na minha vida. Mais, às vezes aborrecem-me e sim, às vezes ficaria mais satisfeita se tudo me corresse de feição. Mas isto impede-me de ser feliz? F-E-L-I-Z?    Se me permitem, odeio a palavra e seus derivados. Felicidade, infelicidade, feliz, infeliz. Soam-me a cor-de-rosa piroso, a flores e a ursinhos em cartões foleiros - e, no entanto, sempre me considerei feliz. Mais do que satisfeita ou remediada, feliz. Mesmo que nem sempre emanasse fogo-de-artifício, era feliz. E quase que …

Cat's B-Day

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Devo ter sido a única a ignorar por completo o dia 2 de Maio depois da uma da manhã e a não te dirigir mais a palavra, mas a brincadeira do beijinho à meia noite resultou num trabalho até às 5h00, sendo que acordei às 7h30, portanto a brindar-te com uma mensagem seca como as minhas pálpebras, preferi não dizer nada - até porque secretamente acho que não preciso. De qualquer forma, levei o Teodósio para o estúdio hoje e acabei o dia no cinema, tudo a honrar-te, meu boi. Adoro-te Homem do Bussaco. És linda e és, de longe, a pessoa mais fixe do mundo do cinema. 

   Pedimos desculpa por não teres tido bolo com um "surpresaaa", mas apenas e só um bando de gente ao molho, a tagarelar. De qualquer forma, tens uma viagem a Barcelona para aproveitar "sem pêlos". Love you!