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A mostrar mensagens de Abril, 2013

Sou só eu... #3

... Que acho completamente estúpidas as entidades empregadoras que colocam um anúncio de emprego anónimo no qual pedem carta de motivação?
Pretendem exactamente o quê? Que a malta escreva que se está a candidatar porque gosta de blind dates?

Grrr!

Incrível como a minha produtividade é completamente influenciada pelas condições climatéricas. Depois de uma semana de sol em que dormir 4 ou 5 horas/noite era indiferente, chega o suplício do frio, da chuva e de ter de sair da cama de manhã. Tortura pura.

"Day off"

Tirei o dia para o que me apetecesse e só não consegui cumprir a parte de ler ao sol, que Baby I. apareceu cheia de genica para brincar e tivemos de ir para dentro de casa porque "o sol faz mal e depois ficamos doentes não é, madrinha?". Não pude contestar. 
De resto, dormi até me fartar; tingi, finalmente, o meu ex-vestido-azul; comi comida saudável; estou a preparar-me para trabalhar um bocadinho hoje à noite e não, não abri o e-mail nem os sites de anúncios de empregos (quer-me parecer que só perdi preocupações).

Reset

Hoje acabou um trabalho, recebi o e-mail oficial a indicar que não fui eleita para os estágios do PEPAC (o que já sabia) e soube que não fiquei na empresa onde fui à última entrevista. Três situações que, cansada como estou, não consigo digerir.    Ideias vagas sobre o que pensar/sentir sobre isto: uma parte de mim está triste (ia trabalhar um projecto brutal na tal empresa, uma oportunidade que era a minha cara); outra parte pôs-se a torcer (a delirar, eu sei) para que tudo o resto acabe (numa de ficar em branco e poder, finalmente, deixar que a criatividade me traga a solução para mim, para o país e para o mundo - sim, eu ainda acho que vou mudar o mundo); e, a terceira (e aquela que é para levar a sério) parte, deseja cama. Sendo assim, vou saltar daqui para o sofá, evadir-me disto tudo com a Cármen Lúcia e amanhã está tudo bem. Adios.

Disparar - definição:

Concorrer a tudo o que são anúncios de emprego na área (e alguns fora). Resultado: sobreposições de entrevistas, entrevistas no fim do mundo e anúncios banhada. Quer-me parecer que no final da semana vou decidir que está na altura de deixar de lado este "hobbie" que consiste em procurar trabalho e acumular resultados frustrantes. Até lá, vou me divertir a treinar o meu inglês (que anda muito parado) enquanto tento concorrer a um estágio na Grécia (sim, sim, adoro a troika e acho altamente provável ser escolhida num país com tão "poucas" pessoas desempregadas).

Sol, amor e ideias em catadupa

A escrita criativa pode estar emperrada mas a técnica vai de vento em popa. Inspirados pelo bom tempo e pelos bons momentos, os bons trabalhos. É só isto que se quer [e dinheirinho na conta ao final do mês].

Até loguinho

Ando com sérias dificuldades na produção textual. Apesar de estar cheia de assuntos para abordar, chego ao blogger e acumulo uma quantidade assustadora de rascunhos que não dão em nada. As ideias estão cá mas há qualquer coisa muito grande que as impede de sair, quer se tratem de banalidades do dia-a-dia (até para escrever sobre a porcaria de uma fralda demorei e a única coisa que se aproveita do post é a fotografia) ou de reflexões mais profundas (que hoje culminariam no senhor que ajudámos). Acreditavam se dissesse que estou há mais de uma hora a escrever isto? E que antes de publicar apaguei centenas de frases inacabadas? É isto. Há uma semana [e o meu trabalho é comunicar].

Frases Nicola

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Um dia troco uma fralda. Hoje foi o dia. 
   E, espantem-se, não precisei de instruções nem de recorrer ao Google. Quão orgulhosa posso estar? Quê? Será que estou a ouvir aí da plateia "grande coisa"? Senhoras, vamos lá ver uma coisa, eu nem nunca tinha ficado com um bebé de tão poucos meses sozinha por mais de quinze minutos (ideia que até me assustava bastante), quanto mais limpar-lhe o rabiosque! Foi um grande feito, não me contrariem que me senti pronta para ser mãe - sendo que pronta não significa, de todo, desejosa.

E digam lá se a minha família não tem os genes mais lindos de todos? Meet Baby J., o doce que só se cala se andarmos em pé, com ela ao colo (dor de braços? check!).

Hand to Hand #2

As "empreendedoras" cá do sítio (fica sempre bem usar esta palavra) acabam de lançar a sua primeira linha feminina de calções reciclados e, ao contrário do que se podia prever (dado o nosso aparentemente inexistente talento para a costura), o resultado envaidece-nos.

Do desemprego #1

10 horas de sono e 6 Km de bicicleta depois continuo desempregada e frustrada mas, pelo menos, consegui expulsar a nuvem negra que ontem se resolveu instalar sobre mim. Começa a ser difícil lidar com tudo o que esta condição (sem condição) acarreta - as notícias, os anúncios sem resposta, os trabalhos que ainda não me pagaram, as hipóteses que já não posso ter, os amigos que deixo de ver e os cafés que ficam por beber...
E depois, é saber que somos milhares. Se por um lado isso podia descansar-nos porque o problema não é exactamente nosso, por outro é uma preocupação ainda maior, por estarmos todos a cair num buraco de onde parece cada vez mais utópico retornar. Portugal, Portugal.

Sou só eu... #2

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Que gosto quando os músculos me doem? Mesmo quando mal me consigo mexer e sinto que as minhas pernas se vão alagar a cada passo? Devo ser.

Adenda - Para evitar mal entendidos, esclareço que me estou a referir às dores provocadas pelo exercício físico e não a estranhas vontades de ser agredida (!)

Porta-tazos #4 - As "azedas"

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Com os olhos cheios de cidade, fui dar com elas ali na terra e fiquei a contemplá-las. Levada para outros tempos - em que todos os anos, pela Primavera, havia um dia em que acordávamos e, de repente, os campos estavam cobertos de amarelo -, tive a certeza de que não as podia deixar de fora desta rubrica: afinal, foram uma das iguarias da minha infância.
   Sim, eu e as outras crianças aqui da zona apanhávamos estas flores para beber o seu suco - terrível, por sinal - no meio das nossas brincadeiras. Não sei de onde veio o hábito mas todos os anos, mal surgiam as ervas, lá estávamos nós a meter o caule à boca (não, não nos passava pela cabeça que pudesse ter andado por ali um cão a deixar o seu xixi, por exemplo).    Posto isto, gostava de saber se há por aí mais alguém experiente na arte de papar luzernas e se era este o nome que davam às flores amarelas, que eu não me consigo lembrar qual o nome que lhes dava (os meus pais chamam-lhes luzernas mas a mim essa denominação não me di…

Sei que nunca vou crescer totalmente quando...

... ouço esta música e abano a cabeça (e parte do corpo) em movimentos nigga, tal como fazia há dez anos atrás com o Eminem e o 50 Cent.

Relvas pede demissão

Notícia fresquinha e verdadeira para ler melhor aqui.
Não sei o que lhe deu (vergonha na cara, espero) e não sei os contornos que a história toda vai tomar, mas para já sinto-me numa espécie de 25 de Abril e desatei, do nada, a informar toda a gente.

Adenda:
Tradução do que o Relvas disse na Sic Notícias: "não conseguimos empatar mais o Nuno Crato, a malta estava a fazer pressão para saber o resultado do relatório, o Passos estava todo cagadinho e prometeu-me que me dá um tachito se eu me afastar, eu não sou de abandonar o barco e por isso estou com esta cara de aziado - porque no fundo, vocês sabem bem, sou gajo com lata para aguentar isto e muito mais -, mas vou fazer o favor ao meu puto, grande Passos pá, mantém-te fino que chegaste onde chegaste graças aqui ao je". Um palhação.

Isto é pr'Anisabel:

Num ano normal eu estaria a cantar-te os parabéns, a bater palmas e a rir-me de ti (que estarias de certeza a chorar baba e ranho, de maquilhagem - minutos antes irrepreensível - esborratada cara a baixo). Já terias os presentes na mão - tudo muito girly como tu - e estarias a agradecer e a fungar em uníssono. Estaria provavelmente a abraçar-te. Estaria aí e isso valeria muito mais que qualquer palavra, mas à falta de melhor...
   Ainda no outro dia me lembrei do Hélder a comer o ovo do folar em tua casa: o primeiro aniversário teu em que estive presente (não sei se destaco a perícia do Bruno na coluna, se a tentar marcar um golo, fora todo o resto genial). No ano seguinte lá estávamos todos na tua casa de Lisboa (a casa onde a Sílvia escondia os bolos debaixo da cama), a festejar de novo. Um ano depois? Repetia-se a história, repetiam-se os protagonistas, mudavam os cenários: uma manhã na rádio, uma ida ao Largo Camões patrocinada pela Ben & Jerry's e um fim de tarde às v…

Da preguiça

Não me apetece ler as directrizes para o trabalho que vou fazer amanhã, não me apetece fazer o jantar, não me apetece sequer descalçar as botas e colocar os chinelos. Tampouco me apetece ir tomar banho, preparar a roupa ou acabar este texto [e é nestes dias que apetece mesmo ganhar o euromilhões].

Da Páscoa

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Há por aí alguém que não goste de amêndoas roxas e seja louco por amêndoas daquelas coloridas, com chocolate por dentro? Tenho algumas para troca, caso queiram negociar ;)


[implícito a este post está uma mensagem de boa Páscoa para todos].