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Entretanto, no Luso

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Engraçado como, em dois anos (como assim, dois anos?), os nossos planos passaram das noites em parques de campismo para noites em hotéis. Estamos mais ricos? Acho que não. Simplesmente crescemos, o tempo é pouco para andar com a tralha de campismo toda atrás, o que pagamos a mais não é assim tanto, as saídas também são mais raras e, a principal razão, agora sou uma flor de estufa. A verdade é que, se quero continuar a ter uma vida onde mal me lembro que tenho uma doença auto-imune, tenho de cumprir algumas regras e fazer alguns ajustes. No geral, só preciso de descansar, de alguma comodidade, de me proteger do calor e de me alimentar decentemente (esta parte é difícil em férias na praia, onde só há restaurantes super caros ou hambúrgueres e sandes, ou noutros países, onde não conhecemos muitas opções e o orçamento é limitado). Não é uma adaptação difícil e acabamos por ganhar tempo e usufruir mais dos sítios: só temos de colocar umas peças de roupa na mala (vá, eu tenho de col...

Sweet June

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[Uma amostra do mês favorito] Trabalho | Dia da Criança | Chocolate Quente | Compras | Mais trabalho e um workshop brutal | Hand to Hand | A afilhada mais bonita do mundo completamente lambuzada a comer cerejas | As pausas com os amigos | o Batizado da Jé | O meu aniversário e os festejos ciganos, de Leiria a Lisboa | O início da trip  até Bragança |  Panna cotta e gelado | Pinhão, Vila Real | O primeiro dia de praia | O segundo dia de praia | Os restantes dias de praia | O jardim de sempre | A malta a banhos na Praia da Nazaré | O inevitável gelado na  Conchanata  | O habitual lanche anual em modo filha única  [O único senão do mês: a inflamação que, agora, parece um pormenor mas durante três dias foi uma senhora tortura.]

Porquê, São Pedro, porquê???

   Eu aguentei o mais que pude: meses a fio a tentar ignorar, a arranjar desculpas válidas para esse teu desvio comportamental, a respirar fundo todas as manhãs em que a janela me mostrava mais um dia cinzento. Não te azucrinei, não andei a buzinar-te às orelhas dia sim dia também, não me lamuriei, enfim, uma autêntica paciência de santa... até hoje.    Atingi o limite e o meu primeiro impulso foi insultar-te, dizer uns quantos palavrões e mandar-te para o raio que te partisse. Contudo, como pessoa correcta que me esforço para ser, resolvi dar-te uma oportunidade: desabafa, conta-me o que é que se passa e diz-me em que é que te posso ajudar! A sério, podemos conversar, resolver isto a bem e beneficiar todas as partes. Pode ser? Será que dá para chegarmos a acordo? Obrigada! Se entretanto vier o sol e o calor, já sabem a quem têm de vir fazer vénias!

Sol, amor e ideias em catadupa

A escrita criativa pode estar emperrada mas a técnica vai de vento em popa. Inspirados pelo bom tempo e pelos bons momentos, os bons trabalhos. É só isto que se quer [e dinheirinho na conta ao final do mês].

Hand to Hand #2

As "empreendedoras" cá do sítio (fica sempre bem usar esta palavra) acabam de lançar a sua primeira linha feminina de calções reciclados e, ao contrário do que se podia prever (dado o nosso aparentemente inexistente talento para a costura), o resultado envaidece-nos.

Sabes chuva,

Até é bom ter-te por cá. Faz de conta que é Inverno e, assim sendo, continuo satisfeita com o meu guarda-roupa (algo bastante difícil no universo feminino). Obrigada por colocares os meus pensamentos em sintonia com a minha carteira.