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Ponto da situação

Estive quase um mês de férias, daquelas férias sem aceder ao e-mail, ao site, à loja online. Daquelas férias sem telefonemas, sem preocupações, que só em sonhos, estão a ver? Eu vi(vi).  Férias com direito a coisas tão random como ir à praia, fazer desporto (estava tão a precisar), tomar o pequeno-almoço na cama entre revistas e Apps, "comer" caviar, ir ao teatro, visitar três países (um deles, o mais feliz do mundo), fazer obras em casa, passar tempo infinito com quem me enche o peito e a alma, fazer cursos online (esta parte errr, ainda não terminei, mas vai ser hoje), ir ao médico, visitar as casas novas dos meus amigos (já só faltam 4 - e é bom que mais ninguém se lembre de mudar de casa entretanto), ir ao cinema, fazer limpezas, ir às compras, beber uns copos, conhecer sítios novos, revisitar sítios que sabem sempre bem, experimentar receitas (poucas - tive muito tempo, é certo, mas as minhas ideias e projectos eram tantos, que mesmo assim ficou muito por fazer). ...

Current Status

Uma paz incrível.  [Se não for desta que venho aqui escrever, nunca será.]

Escrito em Fevereiro de 2016

Ainda me estou a habituar à ideia de já estarmos em 2016. Sinto que fui empurrada ravina a baixo e que 2015 foram esses meros segundos em queda livre, brutais, intensos, maioritariamente deliciosos, com alguns momentos de suster a respiração e, o pior, com perdas de partes de mim, pelo caminho. Aterrei exausta. Estou a levantar-me. Acrescento, quase um ano depois: Não sei se me cheguei a levantar, o fiz e me voltaram a empurrar. Sei que passou tudo num ápice, outra vez. 

Como assim, 2017?!

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Não faço ideia de como é que chegámos a 31 de Dezembro de 2016. Hesitei mais do que uma vez quando me perguntaram a idade este ano, precisamente por isso: como assim, 26 anos?! O calendário diz que sim mas eu não tive tempo de assimilar.  [Não me custa absolutamente nada, é só um número inofensivo, não me sinto atrasada ou em falta, sinto só que ainda agora - agorinha mesmo - tinha 25 e 24]. Tenho 26 anos aos quais retirava muito pouco, nos quais alterava quase nada. Passaram a voar mas não me impediram de me demorar nos sítios, nas pessoas e em tudo o que me deu gozo. Kijk-Kubus (Casas Cubo) - Roterdão - Holanda - Dezembro 2016 Têm sido anos do caraças, todos eles. Ali um, pelo meio, em que precisei das lições da vida. Um outro, mais recente, para me lembrar que sou mortal, que há coisas que não controlamos e que todos os minutos contam.  Gostava de me demorar a revisitar mentalmente 2016 e 2015 mas há vida para viver lá fora. Resta-me desejar um ...

Mas fixe, fixe...

... é quando estás a planear 4 viagens ao mesmo tempo (imensos smiles e emojis e pulinhos de contente).

Factos

Abri finalmente o cartão de memória da máquina fotográfica. Achava que ainda não a tinha usado este ano, mas enganei-me: usei-a duas vezes. [Duas vezes enterradas no passado: a vossa casa, na última vez que lá entrei; nós os dois, num presságio do que viríamos a (não) ser.]

Mantenho-me ausente por tempo indeterminado mas...

... tinha de abrir aqui um espaço para marcar no calendário que um dos grandes objectivos para este ano já está. E dizer também que está tudo muito bem, mesmo não parecendo porque, nas últimas vezes, escrevi sobre histórias menos felizes - as únicas destes tempos de histórias muito felizes. [já disse algures que acho a palavra felicidade - e derivados - feia e isso mantém-se, mas é a que se emprega melhor aqui.] Continuo a levar à letra o work hard, play harder . Tudo disciplinado - ou não. Poucas horas de sono mas mais do que há um ano e pouco atrás. Muitos objectivos, algum nervoso miudinho com tanta coisa a acontecer. Mas muita satisfação, no final de cada etapa. Em breve acabam mais algumas e, espero, estarei mais descansada. Talvez com mais tempo para processar tudo o que aconteceu nos últimos dois anos (que a mim me pareceram 3 meses). Talvez, mas provavelmente não, porque ando bem sempre a correr. Espero continuar a sentir-me realizada, ser sempre alguém presente e...

Alhos sem bugalhos #1

A mesa aberta, as cadeiras à volta, uma taça com tremoços, outra com azeitonas. As santas sobre a mala e o candeeiro que eu acho que nunca tinha visto mas que, pelo aspecto, está ali há mais tempo do que eu existo. A casa remodelada mas sem sombra de modernidade. As portas pintadas num tom claro - e agora ternurento - de cinzento. Nunca me pareceu poético. Nunca me pareceu poético e não me lembro, sequer, do que me possa ter parecido. Memórias vagas da(s) sala(s) e de como era o pátio no tempo em que por algum motivo por ali andávamos a brincar. Da cozinha lembro-me melhor. Aquele poster que tivemos durante anos, com a bisavó comigo ao colo, sentadas ao lado da lareira, não deixa esquecer. Eu, bebé, com um chocalho azul e laranja na mão. Ela, com a cara e o nariz iguais aos da bruxa da Branca de Neve quando se mascarou de velhinha para lhe oferecer a maçã. Eu, de babete branco. Ela, com um só dente e um sorriso. A cozinha, com os azulejos que só conheço dali e que ainda hoje l...

Zara, põe os olhos na Mattel

Oi fãs. Pus a roupa das Barbies na máquina de lavar* e tenho a dizer que, ao contrário do que temia, as peças voltaram intactas, reluzentes, nada tingiu, nada engelhou, os mini-botões todos, as purpurinas, as missangas, os autocolantes, os estampados, as lantejoulas and so on. Tudo com quase 20 anos e tudo no sítio e em melhor estado do que muitas peças de roupa que compro...  E agora vejam a polivalência deste post, simultaneamente apropriado para um fashion blog e para um blog de mamãs, conseguindo apelar, ainda, ao sentimento do "antigamente é que era". Tanto em nada, incrível. Volto assim que der. * calma gente, sou só uma madrinha extremosa.

Para 2016?

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O mesmo que pedi há um ano: que o meu corpo não me trave os pensamentos.  Living life to the fullest . Um bis deste ano que agora termina. Energia suficiente para dar tudo. Sanidade mental no meio desta loucura tão boa. Manter os pés assentes na terra quando é preciso, lembrar-me sempre que sou mortal. Ter sempre sede de aprender. Humildade para questionar. Vontade de ajudar.  E queques para oferecer.  Ontem jogámos ao quarto escuro, muitos anos depois da última vez. De repente estávamos na mansão em 2007, na "O. Palace" em 2004 ou em casa da avó da Ana em 1999. Nem sei. Sei que estes 25 me sabem a 15 e adoro (os armários não gostam tanto porque a maioria de nós ganhou peso, mas é um pormenor). Sim, tenho 25 anos e sim, continuamos a fazer videoclips de músicas pop como se tivéssemos menos 10. Sou proprietária de bens que adquiri. Tenho um trabalho de responsabilidade 9 to X (sem hora para acabar).  Estudo. Partilho. Experimento coisas novas. Recup...

Ou não me chamo Joana

Estavas toda contente com a tua eficiência não estavas? Então toma lá um briefing super exigente e vê lá se no meio da loucura do trabalho em época Pré-Natal, os novos projectos, as aulas, os outros trabalhos da Pós-Graduação e o mínimo de vida social, te safas. Pois. Faltam pouco mais de 24h para a deadline e é a primeira vez, em duas semanas, que tenho tempo para me sentar, organizar todas as ideias que tenho tido (umas boas outras nem tanto) e implementar o sumo que delas subtrair, para responder o melhor possível ao desafio. Estou tão lixada como estava em 2010 (referência a este texto ), repleta daquela sensação de: é impossível. Mas já sei que nunca é, portanto mãos à obra.

Lá para 2016

Mudar o aspecto deste blog tem mesmo que subir de lugar na minha lista de prioridades. E eu sei que já ando a dizer isto há 2 anos, provavelmente a este ritmo de vida vão passar mais dois, mas é só para informar que não se trata de não mudar por achar que está lindo.

Significa que dormi

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Acordei com o som da chuva. E melhor que o som da chuva, só acordar. Que semana(s), senhores. Borboletas, senhores.

Manhã de Domingo em modo trabalho de grupo*

Não me surpreende mas é bom sublinhar. Não é só o facto de estar a fazer exactamente a Pós-Graduação que escolhi ou de ter trabalhos interessantes. Estou diferente. Diferente da miúda que fazia trabalhos na licenciatura, em 2010 ou 11. Não deixava de os fazer da melhor forma que sabia mas fazia-o sempre à última: a deadline era às 23:59:59? Então era aí que ia entregar, provavelmente ainda com coisas por afinar, por ter procrastinado e adiado até à última. Mudei, cresci e é bom ver isso. Na altura fazia sentido e não há qualquer sombra de arrependimento, mas a ingenuidade daqueles tempos dá vontade de rir e deixa alguma nostalgia. Eu achava que era uma pessoa ocupada, o que não era totalmente mentira, mas nada que se compare com a realidade actual: na altura tinha 3 o 4 deadlines por semana, hoje tenho deadlines todos os dias. Prazos, marcações, correrias que chegam a fazer doer o peito, sem tempo para palheta e piadas no Facebook , nem vídeos cómicos a meio dos tr...

Também vou escrever sobre o açúcar

No que diz respeito à alimentação, nunca como agora surgiu tanta informação - e desinformação. As mil e uma dietas, os detoxes, os cortes nos hidratos, nas proteínas, o alimento x à hora y, as sementes, os super alimentos  e todo um rol de coisas que a maioria de nós nem sequer sabe o que são, mas ingere anyway porque leu na Maria - e agora vocês riem, mas de imediato param porque se lembram que experimentaram uma dieta graças a uma notícia que vos apareceu no feed do Facebook  ( hey , não estou armada em crítica, experimentei os sumos verdes há uns anos porque vi num blogue e ainda hoje faço). Como em tudo, há que manter o espírito crítico e não acreditar em tudo aquilo que ouvimos ou lemos. No meio de todos os estudos, documentários, notícias e conversas, muitas vezes com informação contraditória entre si, torna-se dificil subtrair informação palpável e, às tantas, só sobram 3 ou 4 alimentos aceitáveis depois de todo o processo de exclusão. Pânico. Sempre fiz uma a...

Pausa

E isto é só uma forma de respirar tranquilamente, na primeira hora de almoço das últimas semanas em que me limitei a almoçar (parece simples mas é, tantas vezes, um pormenor no meio de tanta merda para fazer). [E o merda não é necessariamente mau, é só um sinónimo de coisas várias, muitas porque quero e algumas porque tem de ser.] De resto, o ócio só me sabe bem porque é raro. Gosto mesmo é de viver no Play*. *Se possível, em ambos os sentidos.

Espero voltar em breve

Se até aqui eram milhares de coisas a acontecer em simultâneo, agora arrisco-me a afirmar que são milhões. Falamos em 2016? 

Querido cérebro,

Peço-te que pares de jorrar ideias e que te foques, exclusivamente, em implementá-las. Pode ser? Eu e o trabalho de  E-Content  agradecemos. 

Não gosto

Dos dias em que mergulho nas toneladas de apontamentos que vou rabiscando por tudo quanto são pedaços de papel e blocos de notas (físicos ou digitais). Mais as fotografias, os vídeos, as gravações áudio que às vezes faço enquanto conduzo e as etiquetas / rótulos / flyers que vou coleccionando, tudo útil e importante para a ideia X, para o projecto Y, para a estratégia W. [Tudo coisas bonitas que podem acontecer na eventualidade de eu sobreviver à tentativa de organizar tanta tralha.] Para quando uma App que me faça isto sozinha?

É tudo muito bonito mas...

... Dormir que é bom, nada!