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A mostrar mensagens de Janeiro, 2015

Da nuvem negra que teima em ficar

- Lá se vai o dinheiro da tua próxima viagem...
- Deixa lá, por este andar a minha próxima viagem é a Fátima, a pé...

O tempo perguntou ao tempo, quanto tempo o tempo tem*

"O tempo não se perde nem se ganha. O tempo é o que é. Não sabemos quanto temos. Não sabemos o que é. Só sabemos que o tempo que passa mais depressa é o melhor. Estejamos entretidos por um grande projecto, por uma cara bonita ou por uma ninharia." [Miguel Esteves Cardoso]
E é sempre esta sensação, meses após meses, de ver o tempo passar a voar. Ainda há uns tempos estava a mudar de vida, a deixar Lisboa, a estrear um livro em branco. E entretanto já passaram dois anos, páginas repletas de histórias e acontecimentos que se atropelam uns aos outros, um ano e meio desde que me sentei pela primeira vez na minha secretária, um ano e meio de newsletters, conteúdos para o site e para as redes sociais, fotografias de produtos, organização de workshops, conversas com clientes, campanhas, estratégias, and so on. Uma viagem a dois a Itália, uma viagem fucking awesome com os de sempre a Amesterdão, uma viagem de celebração de amizades mais recentes mas não menos profundas, a Paris. Por…

Da minha querida e irónica vida

Faço uma ode ao bom que é dormir e passo as noites seguintes completamente em branco. Grande merda.

Para 2015, mais disto:

Um dos maiores luxos da vida é poder acordar sem despertador. Ir dormir quando se tem vontade e até se ter vontade, sem preocupações nem revisões da agenda para o dia seguinte, com paz no consciente e subconsciente (logo, sem sonhos).
Um dos maiores luxos desta vida frenética é poder acordar sem pressa, com tempo para inspirar profundamente e sentir cada partícula do corpo e da mente a despertar lentamente.
Um dos maiores luxos de sempre é poder decidir quando seremos incomodados, tirar o som ao telefone e à campainha e existir como nos apetecer - e que grande luxo que é, só por si, ser o que nos apetecer.
Um dos maiores luxos é poder estar consciente de todas estas coisas aparentemente tão simples, mas cada vez mais raras.
[E que enorme luxo, este dia em branco onde me permito pensar primeiro em mim, antes de tudo o resto.]

#jesuischarlie

Vinha escrever sobre a viagem - mais fixe de sempre - a Paris mas esta história do atentado impôs-se. Não vou estar aqui à procura das palavras certas para comentar o que aconteceu (é tudo tão desprezível que nem sequer me apetece discorrer sobre o assunto), vim dizer apenas que sim, je suis Charlie aussi, não porque estudei comunicação e tive formação jornalística mas porque sou humana. E bastava isso, sermos todos aquilo que nascemos.

Directamente de Paris de France

Bonne Année mes amis! Espero que tenham um ano tão bom como os meus primeiros quatro dias têm sido (com menos sandes, menos frio, zero voos atrasados e mais horas de sono, se possível) e que tenham apostado em resoluções importantes para a humanidade como, por exemplo, jamais gastar dinheiro a comprar um stick para tirar selfies. Feliz 2015 :)