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A mostrar mensagens de Agosto, 2014

Era isto que eu queria ouvir

"Eu bem tento guardá-la como um segredo. Mas só estou bem quando tenho a sorte de ouvi-la e vê-la e vivê-la." - MEC, sobre a mulher, em "Como é Linda a Puta da Vida".

E por falar em grandes decisões...

Já desafiei o N. para comprarmos duas destas. Só assim, porque podemos :)

A crise dos 20 e pouco

Ter um perfil no instagram recheado de fotografias em sítios in é importante mas o que está mesmo a dar são as grandes decisões. É giro viajar, comer o hambúrguer da moda ou beber o gin mais elaborado mas a Geração Y tem sede de mais e responder ao "que é feito de ti?" com menos do que um "vou casar" começa a saber a pouco.
Passa mais uma semana de trabalho. Mais cinco dias sem tempo para meter a conversa em dia, sair, fazer "coisas". Chega o fim-de-semana e o café entre amigos impera. Se não vamos falar da vida dos outros (vamos, mas o que é de mais também enjoa) é bom que haja algo interessante para dizer sobre a nossa. O nosso trabalho é entusiasmante, sim senhor, mas se não fomos promovidos nem aconteceu algo digno de destaque o tema vai esgotar-se inevitavelmente (juntemos-lhe o sigilo profissional e o assunto acaba em menos de nada). As férias já passaram. O namorado é o mesmo. Não ganhámos o Euromilhões. Dominamos cada vez menos temas da actualida…

Filosofias matinais

Não convém apanhar sol, privilegiam-se os fins de tarde. Não se pode ir para fora, aproveitam-se as festas da(s) terra(s). Adiam-se os planos mais elaborados, sobra tempo para diminuir a lista infinita de assuntos pendentes.
Tudo uma questão de perspectiva, de procurar o potencial das coisas (dos lugares e dos momentos) e de querer aproveitar o que temos. Eu tenho bastante, é impossível não reconhecer, agradecer e honrar a sorte.

Aguardar

É estranho ter um fim-de-semana prolongado pela frente e não ter qualquer plano, destino, ou ideia agendada. Alguns encontros estão apalavrados mas nada mais, já que não se pode apanhar sol, não se pode fazer desporto, convém descansar, convém não comer porcarias, enfim, convém evitar "agredir o corpo" enquanto não sei o que está a despoletar tudo isto. Aguardar é a palavra de ordem.

Sequências do fim-de-semana*

Holandês. Praia do Pedrogão. Lanheiro. Praia da Cova. Amigos. Família.Bom tempo.Amor. */ignorando o tema do momento.

No próximo post mudo de tema

No espaço de dez minutos já me ligaram três vezes da clínica onde fiz as análises. Sempre com uma voz compreensiva, sempre muito atenciosas (para além da recepcionista já me ligou a sra. que me fez a recolha para falar directamente comigo), já me enviaram os resultados por mail, já imprimiram para que leve ao médico, já me encheram de perguntas, se tomei algo, se perdi peso (yap e cabelo também), se não quero lá passar na mesma para levar logo o papel ao médico. À primeira chamada percebi que era grave. Tremi mas dei logo duas chapadas mentais a mim própria para me pôr fina (com os sintomas só podia ser grave, qual é a novidade?). Depois da segunda chamada fofinha e da terceira em que chamaram a sra. que tinha tratado de tudo comigo, percebi que me estavam mesmo a querer passar uma mensagem mas que não o queriam fazer pelo telefone. Tive vontade de rir, provavelmente para não chorar, e decidi-me a ir lá buscar os papeis a seguir ao almoço, apesar de já ter aberto o mail e de já ter v…

A vida em stand-by

Os resultados das análises que não chegam, os contornos do novo contrato que ainda não são conhecidos e todas as respostas pelas quais espero e das quais dependo. Sou pessoa de acção, estados pendentes impacientam-me porque me impedem de fazer planos - esse exercício no qual, confesso, sou viciada (o que fazer hoje, amanhã, depois, como e de que forma são coisas nas quais passo a vida a pensar - e, depois, a implementar, mesmo que na realidade não siga as minhas próprias instruções à risca). Quando há respostas que ao chegar podem comprometer tudo, deixa de ter piada pensar no que quer que seja.

O que não me dói

A cabeça, a barriga, o peito, a cara, os dentes, o cabelo e as unhas - e aqui está uma bela demonstração do quão pior isto podia ser. Dores no esqueleto todo? Impossibilidade de dormir? Zero força nas mãos a ponto de ganir de dores para rodar a chave na ignição ou de ter de chamar alguém para trocar de camisola? Por favor agatxigibaba, menos drama nessa cabeça, há pessoas que não têm, sequer, um dos membros (apesar dos teus superiores, neste momento, só servirem para teres dores sempre ajuda esteticamente, sua sortuda).