2 semanas depois

É hora de esquecer os biquínis, encerrar o mapa no porta-luvas, voltar a programar o despertador e respirar fundo ao imaginar a rentrée que aí vem.

Não tinha muitos planos para estas férias. Queria mesmo descansar, apanhar sol (moderadamente), preparar-me psicologicamente para a ginástica física e mental que vou fazer no próximo ano e só tinha uma certeza: não queria andar presa a horas, agendas e compromissos. Queria existir o mais possível sem pressões. No fundo - e em bom português - queria quinze dias para fazer o que me desse na real gana.

E assim foi. Entre as Tasquinhas, o aniversário do meu pai, as brincadeiras com as miúdas, as férias em família, os cafés, o responder a uns e-mails muito de vez em quando, as praias, os passeios culturais, os jantares, o cinema (é uma ordem: vão ver o primeiro volume d'As Mil e Uma Noites já!), uma consulta, a festa da Mada, a entrevista na universidade, a visita à casa nova da Mel, os pic nics, os gelados, as leituras, os jogos de cartas, as noitadas e o namoro (tão pouco!), passaram duas semanas - que eu prolongava, na boa, para três.

No fundo, não deixei nenhum cartucho por queimar. Não descansei nada de jeito, não organizei o computador, as fotografias ou as caixas das viagens, tenho a to do list num caos, mas dei tudo com tudo e todos - coisa que me pareceu prioritária assim que percebi que faltavam apenas duas semanas para a dose que será o próximo ano (e que começa já amanhã, assim que o sol raiar). #aguentacoração

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